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Empreendedorismo, Provocações, Informações e Conhecimento

Você sabe o que são soft skills? Quais as mais valorizadas pelas organizações?

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Desenvolvimento de times, Resultados | setembro 27, 2017 | Deixe seu comentário

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Em tempos mais modernos e dinâmicos, nem só de diplomas se faz um bom profissional. Existem algumas características que podem determinar uma chance maior de sucesso.

Houve um tempo em que toda a preparação necessária para um bom desempenho no mercado de trabalho era alcançada com livros e cursos de graduação. A capacidade do empregado era medida pela quantidade de diplomas e certificados conquistados.

Em tempos mais modernos e dinâmicos, nem só de diplomas se faz um bom profissional. Existem algumas características que podem determinar uma chance maior de sucesso.

Devido a esse novo cenário, muitas empresas estão dando mais valor aos chamados soft skills. Mas o que são soft skills?

Para responder o que são soft skills é preciso um olhar para as características inerentes do ser humano. Como diferentes pessoas são capazes de lidar com os desafios do dia a dia e, mais importante, de que forma são capazes de fazer isso.

Pode parecer tratar-se apenas de comportamento. Se as pessoas se comportarem bem diante dos desafios, significa que têm soft skills? Infelizmente, não. Comportamento é uma ação voluntária, que pode ser manipulada ou escondida durante algum tempo. Para definir o que são soft skills precisamos pensar em aptidões, capacidades que podem ser desenvolvidas, embora costumem ser intrínsecas a cada ser humano.

O mercado de trabalho já percebeu as vantagens estratégicas obtidas ao se contar com pessoas com algumas soft skills desenvolvidas. Nesse ponto podemos estabelecer o que são soft skills como as competências sociais e comportamentais mais desejadas pela maioria das empresas.

A seguir, listaremos as 6 soft skills mais valorizadas pelas organizações para que cada um possa fazer uma autoanálise afim de tentar se enquadrar nessas novas expectativas e obter uma importante vantagem competitiva.

Trabalho em equipe

Figurinha fácil em uma entrevista de emprego, a capacidade de trabalhar em equipe é cada vez mais valorizada no mercado de trabalho.

Quando perguntadas sobre sua habilidade em trabalhar com outras pessoas, a maioria dos entrevistados diz não haver problemas com isso, mas é só fazer um teste simples, formando grupos para realizar uma tarefa em comum que os problemas aparecem.

Trabalhar em equipe não se trata apenas de “aturar” outros em um ambiente em comum, mas se preocupar em tornar o trabalho daqueles que estão em volta um pouco mais fácil.

O bom profissional de equipes é aquele que não apenas “faz o seu”, mas cria um ambiente passível de colaboração. É aquele pede e valoriza opiniões, documenta suas tarefas, participa efetivamente das reuniões e divide a culpa quando algo não dá certo.

Aqueles com habilidades mais avançadas são capazes de assumir uma posição natural de liderança quando necessário, mas que também permitem que outros mais capacitados o façam em determinado momento.

Não confundir com o profissional passivo, aquele que aceita tudo com medo de dizer não. Isso não é trabalho em equipe, é falta de autoestima.

Resolução de problemas

Um dos itens mais valorizados pelo mercado quando se pensa o que são soft skills é a capacidade de resolver problemas.

O profissional moderno é aquele que consegue passar pela maioria das dificuldades sem precisar subir o nível hierárquico. É aquela pessoa que sabe negociar um novo prazo, encontrar a peça que falta em outro fornecedor sem transformar isso em um outro problema.

Funcionários limitados realizam suas tarefas rotineiras sem problemas, mas param imediatamente quando entendem que surgiu algo fora do seu círculo normal de atividades. Não são maus funcionários, mas dependem demais de decisões da liderança.

Uma característica muito comum aos que resolvem problemas é a proatividade. Em vez de esperarem uma confirmação de uma liderança ou uma resposta que nunca vem, eles tomam a iniciativa, muitas vezes agilizando e solucionando problemas que há muito incomodavam.

Essa é uma habilidade difícil de ser forçada, pois depende muito do quanto a pessoa está segura de suas ações. Também exige um feeling muito grande para diferenciar a capacidade de antecipação da atitude ruim de querer participar de uma situação em que não deveria.

Atitude Positiva

Algumas pessoas conseguem estragar um ambiente de trabalho apenas pela sua presença. É aquele funcionário que está insatisfeito com tudo, não importa o que a empresa faça.

Mas também existe o oposto dessa pessoa. E não estamos falando de uma pessoa iludida que acredita em tudo, mas num comportamento de quem sabe enxergar oportunidades.

Um talento extremamente reconhecido nos dias de hoje é a atitude positiva. É a capacidade de enxergar uma solução onde outros não enxergam nenhuma. O funcionário com atitude positiva é capaz de engajar toda uma equipe em prol do objetivo em comum, sem necessariamente ser o líder do grupo.

São pessoas capazes de dividir o conhecimento que possuem, dar um conselho ou até uma bronca nos companheiros sem que pareça arrogante. Ao contrário, esses trabalhadores são vistos como sábios e os outros os procuram em busca de conselhos.

Essa talvez seja a característica mais complicada de se desenvolver, uma vez que, se a pessoa não é positiva com a vida em geral, dificilmente ela o será no ambiente corporativo. Não que seja impossível, mas exige um grande esforço.

Gestão do tempo

O tempo é um grande inimigo do profissional moderno. Há tanto a ser feito, tanta informação disponível e tão pouco tempo para realizar tudo.

O bom gestor do tempo é, primeiramente, um priorizador. Se há mais atividades do que tempo disponível, isso significa que algo deverá ser feito mais tarde ou não será feito. A capacidade de fazer essa escolha é a principal característica do gestor de tempo.

Não confundir com o profissional que faz muitas horas extras. Esse é justamente o contrário. Se está fazendo horas extras demais é porque não se organizou adequadamente durante o período de expediente.

Capacidade de comunicação

Todos gostamos de trabalhar com pessoas alegres, simpáticas e que estão sempre de bom humor. Capacidade de comunicação nada tem a ver com isso quando determinamos o que são soft skills.

O profissional que sabe se comunicar é sucinto, mas todo o seu trabalho está claramente registrado e pode ser continuado por outro profissional porque tudo está devidamente documentado.

O bom comunicador avisa com antecedência os problemas que podem ocorrer e não deixa processos parados por falta de informação.

Não confundir com o profissional que manda e-mail para qualquer banalidade. Esse é desorganizado e inseguro.

Capacidade de aprender

Muitos profissionais chegam ao mercado cheios de teorias, certificados e promessas, mas quando surge uma nova demanda, param imediatamente alegando a necessidade por um novo treinamento que, claro, deve ser fornecido pela empresa. Esse dificilmente aprenderá o que são soft skills.

Num mundo em rápida transformação, o funcionário capaz de adquirir novos conhecimentos por conta própria é cada vez mais valorizado. Uma boa base teórica é necessária, mas essas pessoas conseguem aprender novas técnicas com facilidade e utilizá-las no dia a dia de suas funções, ganhando tempo para eles e para a companhia.

Esse tipo de profissional é especialmente valorizando em áreas que lidam diretamente com a tecnologia, já que esta vive em constante evolução, necessitando de profissionais que abracem a mudança.

Agora que você já sabe o que são soft skills e como elas são valorizadas no mercado, já pode se preparar para obter um sucesso maior em sua carreira.

Por Luiz Dias 

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Um bom líder deve aprender a aceitar críticas

Postado por Adriana Ferri em Liderança, Relações Interpessoais, Resultados | agosto 29, 2017 | Deixe seu comentário

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Muitos empresários e governantes têm dificuldade para aceitar críticas e ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre o seu comportamento – uma atitude que pode influenciar a administração dos negócios e prejudicar o trabalho em equipe. Na maioria das vezes, ser criticado não é uma situação agradável, mas pode servir para provocar uma autorreflexão e ajudar a identificar problemas e falhas.

Ter a humildade suficiente para ouvir sugestões e reclamações era um dos segredos de administração do imperador Tang Taizong, um dos maiores líderes da história. Responsável por transformar a China em um dos países mais poderosos do mundo, ele costumava dizer que um líder esclarecido escuta opiniões diferentes, dá atenção a diversos pontos de vista e escuta os conselhos dos outros.

No governo de Taizong, a tarefa de supervisionar os funcionários era do censor imperial, que tinha autoridade para investigar queixas e até remover do cargo qualquer homem que violasse a lei, não agisse com justiça, deixasse de implementar políticas públicas ou gastasse demais. Mas não apenas os funcionários eram supervisionados: existia também o contestador, que tinha como função criticar o imperador por comportamentos impróprios e políticas equivocadas. Isso garantia que Taizong escutasse queixas e refletisse sobre seus próprios erros, além de incentivar os funcionários a falar com franqueza.

Mas o que essas práticas de um longínquo império chinês podem nos ensinar em pleno século 21? Em tempos de democracia, a liberdade de expressão é valorizada e as leis protegem os direitos das pessoas de expressar sua opinião com franqueza. No entanto, há muitos “feudos” em uma sociedade democrática (corporações, hospitais, escolas, faculdades, agências governamentais e organizações de caridade) nos quais os administradores têm um poder enorme sobre os administrados.

Um chefe exerce uma ampla influência sobre a vida de seus funcionários, já que tem o poder de contratar, demitir, promover ou rebaixar as pessoas, cujos meios de vida dependem dele. Mesmo que os colaboradores saibam que o comportamento de seu empregador é ilegal ou antiético, eles podem realmente falar o que pensam? Podem expressar opiniões sem se preocupar com a reação de seus superiores e colegas? Podem ser sinceros, independentemente de interesses próprios? Qual a probabilidade de fazerem denúncias?

Nos dias atuais, quantos chefes incentivariam seus subordinados a criticá-los, como Taizong fez, além de recompensar aqueles que se manifestavam? Ao refletir sobre os abusos de poder de governos e de corporações com os quais nos confrontamos hoje, pergunto-me se um contestador não mereceria um lugar em nossa sociedade. Isso, certamente, ajudaria a reparar muitos dos males de nossas instituições.

Por Chinghua Tang, autor do livro “O guia do líder”

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Faça perguntas e se torne uma pessoa mais querida

Postado por Adriana Ferri em Comunicação, Motivação, Relações Interpessoais | agosto 8, 2017 | Deixe seu comentário

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Estudo de Harvard revela que a pessoa que faz as perguntas geralmente é mais querida pelos outros

No best-seller “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, publicado pela primeira vez em 1936 e até hoje muito lido em todo o mundo, o autor Dale Carnegie diz que é fundamental mostrar interesse e fazer perguntas para conquistar o outro. Hoje, a ciência vem provando que isso funciona mesmo.

Imagine este cenário: você conhece um novo colega de trabalho em uma festa da firma. Você puxa papo e ele logo começa a contar algo engraçado.

Você fica realmente entretido e faz várias perguntas que o encorajam a explicar melhor os detalhes da história.

Quando ele acaba, vocês trocam cumprimentos e cada um vai para um lado a fim de conversar com outras pessoas.

Agora pense: quem conseguiu causar a melhor impressão, a pessoa que contou a história ou você, que ficou ouvindo e fazendo perguntas?

Muita gente gosta de ser o centro das atenções e talvez prefira estar no papel do colega que liderou a conversa. Mas um estudo conduzido por Karen Huang, estudante de doutorado da Harvard Business School, revela que a pessoa que faz as perguntas geralmente é mais querida pelos outros.

“As pessoas passam a maior parte das conversas falando sobre seus próprios pontos de vista e tendem a se autopromover ao falar com outros pela primeira vez. Em contrapartida, os que fazem perguntas são percebidos como mais receptivos e são mais apreciados”, diz o artigo publicado por Huang e seus colegas no fim de abril deste ano no Journal of Personality and Social Psychology.

Ótima notícia para quem se sente constrangido com o silêncio ao lado de outras pessoas – e também para quem costuma ficar muito preocupado pensando na próxima coisa que irá dizer nas conversas.

O estudo

Em uma série de quatro estudos, os pesquisadores investigaram os efeitos de se fazer perguntas em conversas entre duas pessoas que não se conheciam.

“No primeiro, instruímos um parceiro de conversação a perguntar um número alto ou baixo de perguntas”, escreveram.

No segundo, foi feita a mesma coisa, mas desta vez ambos os parceiros de conversação foram instruídos a fazer mais ou menos perguntas.

As duplas conversaram por meio de uma plataforma de mensagens instantâneas, e depois, deveriam avaliar o quanto gostaram do seu parceiro de conversa.

Em um terceiro estudo, os pesquisadores pediram a terceiros que observassem as duplas conversando e avaliassem a “gostabilidade” de cada um.

E o último estudo avaliou o efeito das perguntas em outro contexto: aqui, as duplas eram casais que haviam acabado de se conhecer e estavam em um primeiro encontro romântico.

Além disso, os tipos de questões feitas durante esses estudos e sua influência na percepção de quem as perguntava também foram analisados.

As pessoas querem ser ouvidas

Quem fez mais perguntas era avaliado de forma mais positiva do que quem fez menos perguntas – gerando, inclusive, maior probabilidade de se marcarem segundos encontros, no caso do estudo com os casais.

E as melhores perguntas para se fazer são as chamadas questões de acompanhamento – aquelas que pedem mais informações sobre algo que está sendo dito. Dá para entender o porquê: perguntas assim mostram que você está prestando atenção no que o outro fala.

E esse é o ponto central do estudo: as pessoas querem ser ouvidas, mas a maioria não está muito disposta a ouvir. “Na maioria das conversas, as pessoas compartilham, sobretudo, informações sobre si mesmos em vez de discutir outros possíveis tópicos.

Um estudo de conversas em ambientes públicos, como trens, sugere que as pessoas passam dois terços do tempo de conversação falando sobre suas experiências pessoais”, dizem os autores.

“Especialmente quando conhecemos alguém novo, tendemos a usar estratégias de apresentação autofocadas, como autopromoção”. Na medida certa: Esta é a regra número 1 do marketing pessoal.

Mas se concentrar em si mesmo não é uma boa tática se queremos que gostem de nós. “Os comportamentos verbais que se concentram no eu, como redirecionar o tópico da conversa para si mesmo, se gabando, se vangloriando ou dominando a conversa, tendem a diminuir a simpatia dos outros por nós”, diz o artigo.

Em contraste, comportamentos que se concentram nos outros aumentam a simpatia. O estudo concluiu que fazer perguntas interessadas indica sensibilidade, atenção, cuidado e consideração pelas opiniões e visões do outro.

“Ao fazer isso, você reconhece que a perspectiva dessa pessoa é valiosa o suficiente para que você queira saber mais”, explicam os autores. E isso gera uma reciprocidade – o seu interlocutor também irá demonstrar esses sentimentos e opiniões em relação a você.

Atitude simples, mas não comum

Apesar de perguntas serem um meio óbvio de indicar interesse, pouca gente faz isso de fato – por várias razões.

“Essa negligência em fazer perguntas pode acontecer porque as pessoas são egocêntricas e estão focadas em expressar seus próprios pensamentos, sentimentos e crenças, com pouco ou nenhum interesse em ouvir o que o outro tem a dizer. Ou elas podem estar muito distraídas por outros aspectos da conversa e não percebem que fazer uma pergunta é uma opção”, dizem os pesquisadores.

Por outro lado, o estudo acrescenta, algumas pessoas podem preferir não perguntar nada por receio de que suas perguntas sejam inapropriadas, invasivas ou simplesmente ruins. E aí é bem mais fácil só falar sobre si mesmo.

Artigo da Superinteressante

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O que há em comum entre os grandes líderes e os influenciadores digitais do momento?

Postado por Adriana Ferri em Comunicação, Estratégia, Liderança | julho 25, 2017 | Deixe seu comentário

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O que há em comum entre um bem-sucedido executivo da indústria automotiva e uma adolescente de 15 anos que fala sobre relacionamentos afetivos em canal de vídeos no YouTube? Atitude e comunicação adequadas. Esta é a avaliação da linguista Laila Vanetti, especialista em retórica e mentora em escrita persuasiva, liderança e argumentação.

Ao longo dos últimos meses, a profissional mapeou características do discurso e da postura de líderes corporativos e influenciadores digitais a fim de identificar similaridades.

Segundo a linguista, tanto um quanto outro atingiram sucesso profissional e pessoal, entre outras razões, porque usam a comunicação como um instrumento eficaz de influência e persuasão, não apenas com o objetivo de se autopromoverem, mas também para gerar felicidade, empatia ou sentimentos congêneres em quem neles deposita confiança.

Com pleno controle das emoções – e, por consequência, das situações -, líderes e influenciadores digitais baseiam seus discursos e postura em 11 elementos-chave, de acordo com Laila Vanetti. São eles:

  1. Valorização e convicção das próprias ideias;
  2. Planejamento das ideias que darão origem à opinião a ser proferida;
  3. Antecipação de falas (em encontros presenciais);
  4. Interação com a audiência por meio de perguntas;
  5. Livre expressão do pensamento;
  6. Aceitação às críticas;
  7. Criação, ampliação e manutenção de vasta rede de relacionamentos, físicos e virtuais;
  8. Foco nos seus próprios interesses;
  9. Persistência;
  10. Atitudes positivas;
  11. Participação em debates e discussões (como forma de validação do posicionamento de líder e/ou influencer).

“Uma pessoa que saiba trabalhar com esse repertório”, comenta Laila, “tem tudo para alcançar o sucesso, independentemente de qual seja sua profissão ou trabalho. Essas são características típicas de quem sabe dosar comunicação e atitude em benefício da própria carreira. E embora universais, tais características no Brasil estão em solo fértil e chegam a suprir lacunas de formação e de conteúdo”.

Artigo do Super Empreendedores

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O desafio da liderança

Postado por Adriana Ferri em Liderança, Motivação | julho 4, 2017 | Deixe seu comentário

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Líder

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As 3 relações entre o Design Thinking e o Empreendedorismo

Postado por Adriana Ferri em Comunicação, Inovação, Resultados | junho 27, 2017 | Deixe seu comentário

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Design Thinking integra organização, tecnologia e inovação com foco no ser humano, começando por entender quais são as necessidades não atendidas dos nossos consumidores/usuários

Ainda pouco conhecido no Brasil, o termo “Design Thinking” costuma levantar muita curiosidade, e por isso conversei essa semana com a Caroline Bücker, uma das responsáveis por iniciar a aplicação da metodologia no o Brasil há muitos anos atrás, mesmo antes do termo se tornar mais popular.

Mas na verdade o que significa Design Thinking? Podemos definir como a arte de solucionar problemas como um designer, através da empatia dos consumidores/usuários e experimentando diferentes soluções. É criar a solução com o cliente, e não para o cliente.

Design Thinking integra organização, tecnologia e inovação com foco no ser humano, começando por entender quais são as necessidades não atendidas dos nossos consumidores/usuários. Quando timesmultidisciplinares utilizam ferramentas colaborativas, são capazes de atingir resultados surpreendentes, e podem ir muito além de apenas uma mente trabalhando sozinha.

A metodologia nasceu no Vale do Silício, a partir da empresa IDEO e é amplamente usada em startups, desde o início ou para geração de soluções e testes rápidos. O Design thinking pode ser aplicado em qualquer tipo de empresa, desde pequenas e grandes corporaçãoes, como a Pepsico e Unilever que já estão aplicando a há alguns anos. Pode servir para quelquer segmento, nacionalidade, e se ajusta a cultura, porque através da interação com o usuário e entre as equipes, consegue facilitar os processos de inovação.

Ideias são geradas e desenvolvidas através de experimentos – da experiência do usuário e do comportamento humano como inspiração de ideias e processos.

Na conversa com a Caroline, através de mais de 7 anos de prática com a metodologia, ela  percebe três relações diretas entre Design Thinking e o Empreendedorismo:

1. Transformação: das ideias em projetos.

A necessidade do empreendedor de ter um projeto, não pode somente ter uma ideia.

O Design thinking facilita os processos de geração de ideias inovadoras e ao mesmo tempo, potencializa a transformação de ideias em projetos e soluções. Com um projeto bem elaborado o empreendedor tem maiores chances de conseguir atingir sucesso no seu negócio e mesmo captar recursos, humanos e financeiros para acelerar o processo da startup.

2. Prototipagem:  alavancar o projeto – construir um modelo tangível utilizando ferramentas como Canvas ou MVP por exemplo pra colocar a ideia em teste.

O mundo está em constant transformação, e a cada dia novos concorrentes lançam produtos e serviços com uma agilidade incrivel. Isso modifica o Mercado de atuação da startup, e por isso, o empreendedor precisa testar suas ideias na prática. Além disso, ideias inovadoras podem nem sempre ser bem aceitas pelos usuários, e através da etapa de Prototipagem se pode testar o produto ou service com menor custo e maior agilidade.

3. Competências: escolher as pessoas certas!

Qual a competência que se tem como empreendedor? O Design thinking proporciona uma acelerada vivência com pessoas de diferentes visões e competências. Dessa forma, o empreendedor pode conhecer melhor as pessoas com quem deseja trabalhar, compreender quais as competências que possui e aquelas que necessita incorporar na equipe do seu negócio.

O Design Thinking ajuda a empreender, pois facilita e potencializa os processos de geração de ideias, de transformação das ideias em projetos, de criação de novos modelos de negócio.  E existe algo que o empreendedor não abre mão, que é viver a emoção em todo o processo, seja ele o de iniciar uma startup, acelerar, ajustar, potencializar, ou mesmo se reinventar; e o Design thinking é uma forma de manter a emoção sempre presente.

Por Isabella Marques

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