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A emoção de assistir às Paralimpíadas

Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Motivação, Resultados | setembro 15, 2016 | Deixe seu comentário

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canoagem-e-triatlo-paraolimpiadas-18Sinto uma enorme gratidão pela oportunidade de assistir bem de pertinho às Paralimpíadas no Rio de Janeiro.

Aproveitei o final de semana e, junto com a família, desembarquei na cidade maravilhosa para presenciar o evento.

A viagem foi curtinha, mas as emoções experimentadas ficarão para sempre em nossas memórias.

Primeiramente por ver que o Brasil, e mais especificamente o Rio, fizeram um excelente trabalho.

Apesar de todas as dificuldades, incluindo a corrupção e a ineficiência do poder público, as pessoas de boa fé e de boa vontade que, com muita competência e apoiadas por vinte e cinco mil voluntários, lideraram a organização dos dois grandes eventos e mostraram ao mundo que o Brasil é muito maior do que um bando de políticos inescrupulosos.

Mas, como não poderia deixar de ser, ficamos profundamente emocionados com a superação dos atletas paralímpicos.

Primeiramente assistimos ao basquete em cadeiras de roda. Simplesmente, incrível!

Eu poderia mencionar a força e a agilidade nos braços dos atletas para empurrar as cadeiras e conduzir a bola em perfeita sintonia. Poderia falar sobre as jogadas inacreditáveis que evidenciavam o treino e o trabalho em equipe. E poderia ainda mencionar o evidente sentimento misto de competitividade e solidariedade entre os atletas dos dois times adversários.

Mas, tudo isso seria muito pouco para descrever a experiência.

Faltariam-me palavras para explicar, por exemplo, o que sentimos no momento final onde os atletas brasileiros, unidos lado a lado, aplaudiam e eram ovacionados por uma torcida que reconhecia o esforço, a dedicação e a superação daquelas pessoas.

No dia seguinte, assistimos na Praia de Copacabana ao triatlo feminino. Primeiro à prova das atletas da categoria PT4 e, logo em seguida, da categoria PT2, mulheres com severas deficiências nas pernas. A campeã foi uma americana. Impossível não sentir os olhos marejados ao ver a expressão de realização daquela atleta com prótese de membro inferior cruzando a linha de chegada.

Maravilhoso também ver a euforia da arquibancada aplaudindo a Ana Raquel Lins, a única atleta brasileira na prova e que, apesar de treinar há apenas dez meses, chegou à final paralímpica.

Mas, para nós, uma imagem que será difícil de esquecer foi a expressão da última colocada, a espanhola Rakel Mateo, ao concluir a prova. Com os seus 41 anos, teve a humildade de, no meio da prova, pedir suas muletas para conseguir finalizar a corrida. Ao terminar, a espanhola estampava um sentimento de enorme felicidade e realização no rosto e retribuía com um sorriso largo e cansado aos entusiásticos aplausos da plateia.

Nesses momentos, além das emoções, é no mínimo curioso observar os comentários do público. São bastante comuns as expressões chavões como “nessas horas a gente percebe que reclama demais da vida” ou “temos muito a aprender com eles”.

Expressões que, se por um lado refletem um genuíno sentimento de admiração, por outro demonstra uma desconcertante frustração…

Afinal, quantos de nós, apesar de não possuirmos limitações físicas, acabamos por limitar as nossas vidas com crenças autodestrutivas, escolhas equivocadas ou atitudes acomodadas?

É claro que as deficiências físicas trazem muitas limitações, especialmente em países como o Brasil onde as políticas públicas de acessibilidade ainda estão muito longe de serem tratadas como prioridade. Mas, presenciar uma paralimpíada, deixa claro que as maiores limitações estão, de fato, na alma.

Estão na incapacidade de enfrentar os desafios, na falta de vontade de superar os obstáculos e no conformismo com a mediocridade.

Dessa experiência, carrego um sentimento de respeito e admiração pelos atletas que me mostraram com o exemplo o enorme poder de superação da humanidade.

Isso sem falar nas 20 medalhas de Daniel Dias, da natação, do desempenho do Futebol de 5 que, desde a sua estréia é ouro e, até hoje, não perdeu nenhum jogo, dos heróis do atletismo que já contabilizam 109 medalhas, e de muitas, muitas outras lindas conquistas…

Agradeço aos atletas paralímpicos por nos mostrarem que o ser humano é mesmo incrível em sua capacidade de superar barreiras.

Gratidão, gratidão, gratidão!

Um carinhoso abraço!

Clique aqui e deixe o seu comentário.

Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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Competências em alta no mercado de trabalho

Postado por Adriana Ferri em Desenvolvimento de times, Liderança, Resultados | setembro 14, 2016 | Deixe seu comentário

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Check mark. Small unrecognizable people on 3D high quality render. Image isolated on white background.

O ser humano é uma verdadeira fonte de emoções e através do seu comportamento expressa as características de sua personalidade, mesmo que de forma inconsciente.

Muitas organizações, por exemplo, quando realizam um processo seletivo não avaliam o candidato apenas por sua bagagem técnica. As competências comportamentais também pesam no momento da contratação. Mas, por que isso ocorre? Porque a aptidão em lidar com as emoções influenciará diretamente no comportamento das pessoas no dia a dia das organizações, inclusive na performance diante das atividades.

Então, quais as competências comportamentais valorizadas pelo mercado de trabalho atualmente? Confira abaixo:

1. Trabalho em equipe

Hoje não se cogita mais a individualidade nas organizações. O profissional precisa lidar com seus pares para atingir e superar as metas, bem como para vencer os desafios do caminho.

2. Capacidade de negociação 

Dialogar com os demais colaboradores é fundamental, para chegar a consensos diante de determinadas situações que impactam diretamente no clima organizacional e até mesmo, no negócio da empresa em que se atua.

3. Liderança

Gerir pessoas tem sido um grande desafio para as empresas, afinal o líder é considerado o comandante do barco, que dá um norte à equipe e a direciona ao alcance da performance que atenda às necessidades da organização.

4. Comunicação

É preciso saber expressar ideias, tirar dúvidas, apresentar soluções para fatos que ocorrem todos os dias. Se a pessoa não conseguir vencer a barreira do “silêncio,” agregará pouco ou nenhum valor à empresa.

5. Criatividade e inovação

Os profissionais devem estar preparados para lidar com situações inesperadas. Muitas vezes, arriscar e liberar o potencial criativo pode trazer benefícios tanto para o colaborador quanto para a organização. Uma inovação em um processo específico pode, por exemplo, significar uma grande economia para as finanças da empresa. Sair do automático, deixar de “ser uma máquina programada,” leva pessoas a novas perspectivas.

6. Prudência

Apesar de ser muito valorizado no mercado, o potencial criativo não deve servir de “base” para a adoção de atitudes precipitadas. Por isso, pensar duas vezes, avaliar uma proposta e ouvir a opinião do colega de trabalho não é sinal de fraqueza, mas sim de responsabilidade.

7. Flexibilidade

Dizer “não” à zona de conforto. Ser capaz de aceitar as mudanças, situações e comportamentos antagônicos possibilitam o amadurecimento do profissional. Esse aprendizado pode, inclusive, ser aplicado na vida pessoal.

8. Otimismo

É indispensável não se entregar diante do primeiro obstáculo que surgir. O pessimismo afeta o colaborador e se não for trabalhado, pode ser absorvido por outros membros da equipe. Uma situação assim compromete o desempenho e o clima organizacional.

9. Assertividade

Uma pessoa assertiva é hábil para expressar posicionamentos, ideias e até mesmo suas emoções. Ao ser assertivo, o indivíduo defende seus direitos e respeita os dos colegas. Aprenda a dizer não, com argumentos que revelem profissionalismo. Através da assertividade é possível evitar conflitos desnecessários que geralmente, afetam negativamente a rotina corporativa.

10. Ética

Uma empresa que deseja ser competitiva precisa contar com profissionais éticos e que valorizem a integridade. A ética é um dos pré-requisitos para a adoção da responsabilidade social nas organizações.

11. Valorização da qualidade de vida

Trabalhar, trabalhar, trabalhar e se tornar um workaholic (viciado no trabalho) é um indicador preocupante para as empresas. O profissional deve ter consciência de que a melhoria da qualidade de vida deve estar presente dentro e fora da empresa onde atua.

12. Visão holística

Olhar para a organização e suas responsabilidades através de um contexto amplo, afinal, é praticamente inadmissível um profissional ficar alheio ao que ocorre ao seu redor. Com a tecnologia da informação, o conhecimento é disseminado em uma velocidade cada vez maior.

13. Compartilhamento de conhecimento

O profissional não deve temer a disseminação do conhecimento com seus pares. Cada vez que se transmite uma experiência, também se assimila algo, aprende-se com quem está ao seu lado. A recíproca também é verdadeira – quando não se domina um determinado assunto ou técnica, o profissional precisa buscar respostas com os pares.

14. Autodesenvolvimento

Para aprimorar suas competências o colaborador não deve esperar apenas a iniciativa da organização. Ele também é responsável pelo seu desenvolvimento e precisa buscar ferramentas que agreguem valor à sua carreira, como: livros e revistas sobre suas atividades, participação em palestras e cursos de atualização/especialização.

15. Intuição

Em determinadas situações, o colaborador precisa utilizar a intuição para desenvolver novas propostas que agreguem valor ao negócio. Essa competência faz parte dos processos mentais normais. Pode ser considerada como sendo a percepção que o indivíduo tem frente a uma determinada situação, sem a utilização do raciocínio lógico. Através da intuição pode-se adquirir e colocar em prática conhecimentos e informações.

Por Patrícia Bispo

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Conflitos + Gestão = Inovação

Postado por Flávio Lettieri em Motivação, Relações Interpessoais, Resultados | agosto 16, 2016 | 1 Comentário

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Screenshot 2014-07-04 13.08.07Segundo estimativas, só nos EUA, o custo com conflitos chega a quase meio bilhão de dólares por ano.

Conflitos bloqueiam a comunicação, reduzem a performance, diminuem a motivação e aumentam o stress, fazendo com que muitas pessoas inteligentes se tornem bem menos produtivas quando precisam trabalhar em equipe ou sob pressão.

Por outro lado, conflitos bem administrados podem ser uma grande fonte de inspiração e inovação.

Segundo artigo recentemente publicado na Harvard Business Review, bons conflitos favorecem o debate respeitoso e levam a soluções mutuamente planejadas que, geralmente, são bem superiores às respostas originais.

Por outro lado, os maus conflitos, que surgem quando os membros de uma equipe simplesmente não conseguem resolver suas diferenças, acabam aniquilando a produtividade e sufocando a inovação.

Diante disso, ficamos com uma pergunta óbvia, mas cuja resposta nem sempre é tão simples assim: “Como transformar conflitos em relações produtivas?”

O primeiro ponto é entendermos a fonte dos conflitos: as motivações humanas.

Enquanto o comportamento é aquilo que fazemos e que fica visível para todos, a motivação é a razão pela qual fazemos o que fazemos. Os motivos que nos levam a agirmos de determinada maneira. Algo que não é perceptível para os outros e, por vezes, nem para nós mesmos.

Segundo a Teoria da Consciência dos Relacionamentos, do Dr. Elias Porter, colega e contemporâneo de Erich Fromm e Carl Rogers, tudo o que fazemos tem a intenção positiva de satisfazer as nossas motivações internas ou necessidades motivacionais.

Segundo o Dr. Porter, são as nossas motivações que determinam aquilo que fazemos, onde focamos a nossa atenção e o que valorizamos, em nós e nos outros.

Como pessoas diferentes possuem diferentes motivações é natural que valorizem diferentes comportamentos, atribuindo um maior valor a uma forma de agir em detrimento de outras. E, consequentemente, desvalorizando e desconsiderando certas formas de agir e pensar das outras pessoas.

Nessas diferenças residem as raízes mais profundas dos conflitos.

O segundo ponto é percebermos que olhamos para o mundo segundo a nossa própria ótica. São os nossos filtros pessoais, baseados em crenças e valores, que determinam a nossa visão e compreensão do mundo à nossa volta. “Não percebemos o mundo como ele é e sim como nós somos”.

Esse processo natural e inconsciente, leva-nos a usar aquilo que Peter Senge descreve brilhantemente em sua Teoria da Quinta Disciplina: “A inferência”.

Em lógica, a inferência é uma operação intelectual por meio da qual se afirma a verdade de uma proposição em decorrência de sua ligação com outras já reconhecidas como verdadeiras.

Porém, nas relações humanas, as inferências podem ser conclusões precipitadas que nos fazem julgar os outros segundo os nossos filtros pessoais.

Assim, quando algo no comportamento do outro nos desagrada, a nossa primeira reação é criar um juízo de valor, julgar seu comportamento e, via de regra, entrarmos em uma rota de colisão com a outra pessoa.

Por isso, o que Peter Senge nos propõe é desafiarmos as nossas crenças e pressupostos e, ao invés de tomarmos decisões precipitadas e conflituosas, investigarmos as razões do outro em agir de determinada forma.

Buscarmos compreender a sua motivação e a sua intenção positiva por trás do que faz e, com isso, minimizarmos os conflitos e melhorar os nossos relacionamentos.

Quando fazemos isso, passamos a entender que a atitude do outro não tem nada de pessoal conosco.

Ele apenas está, assim como nós e como qualquer ser humano, buscando uma forma de agir que atenda às suas motivações.

A verdade é que somos seres em uma eterna busca pelo bem estar pessoal. Por vezes, enxergamos os outros como barreiras nessa busca pelo simples fato de agirmos baseados nos pressupostos errados.

Certamente, mudar esse paradigma não é fácil. Mas, com certeza é algo que traz uma enorme recompensa!

Um carinhoso abraço!

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Flávio Lettieri é Sócio Diretor da Somma Consultoria. É Certificado pela Personal Strenghts para a aplicação de Programas para Gestão de Conflitos e Melhoria do Clima Organizacional. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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O Poder do Pensar e a Força do Agir

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Estratégia, Resultados | agosto 12, 2016 | Deixe seu comentário

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phelpsVeja com Michael Phelps, o Fenômeno das piscinas, como o Poder do pensamento pode fazer você realizar grandes coisas, desde que você AJA na direção correta e com as ferramentas adequadas.

Em tempos de Olimpíadas nada como pegar bons exemplos de atletas para aplicar em nossas vidas pessoais, profissionais e até mesmo empresas/negócios que possam nos dar poder e gerar ações que nos levem a conquistar “medalhas de ouro” nestas áreas.

Todos nós conhecemos ou no mínimo já ouvimos falar de Michael Phelps, o mito da natação. Ele conquistou 23 medalhas de ouro!!!

Além do treinamento físico e do incrível talento nas piscinas, Phelps, o fenômeno, já afirmou que sua preparação mental também é um diferencial que o coloca na frente dos demais nadadores.

Veja o que disse seu Coach Bob Bowman, ao The Washington Post em 2012. “Eu nunca o vi ser desencorajado por nada. Ele aguenta tudo e parte disso é a confiança que ele tem na sua habilidade de fazer o seu trabalho”.

O segredo de Phelps
Mas, o nadador contou que tem um segredo na hora de se concentrar e se preparar para a prova que o ajuda bastante. Antes de cair na água, ele visualiza diferentes cenários, tanto positivos quanto negativos e bola planos de ação para cada um deles. “Ele é o melhor, em termos de visualização de prova”, disse Bowman. Da prova perfeita aos mais diversos contratempos – como óculos de natação quebrados ou traje rasgado, por exemplo – tudo passa pela cabeça do atleta.

A dica do Coach
Segundo o Coach, Phelps tem, de antemão, em seu “banco de dados”, uma programação para cada um dos diferentes cenários que se apresentarem durante a prova.

E dai?
Qual a vantagem disso para Phelps e para qualquer profissional que fizer a mesma coisa?

“A confiança de saber que há um plano para tudo”, disse o treinador.

Mas e eu com isso?
Trazendo para sua realidade, como você pode aplicar essa estratégia em sua carreira ou mesmo em seus negócios? Que experiências positivas ou negativas podem lhe ajudar a melhorar sua estratégia para conquistar um novo cliente, um novo emprego ou mesmo desenvolver um novo projeto em sua empresa?

Realidade Real (RR)
Criar um novo item para ser inserido em seu portfolio de produtos ou serviços deve ser encarado com um novo desafio (ou prova para Phelps). Agora quais são as informações que você já tem em seu “banco de dados” que podem lhe ajudar a escapar de armadilhas ou facilitar seu percurso?

Antever situações de risco lhe deixa mais preparado e antenado para evitar deslizes ou até mesmo não levar projetos adiante. Somente tome cuidado com o medo, pois ele pode lhe paralisar. Use o medo com ingrediente para alavancar seu crescimento e não como um fator paralisante.

Truque de Phelps
Vislumbre o projeto já realizado e tenha na mente o caminho para chegar até lá. Vibre com a sua conquista e ganhe energia extra para trilhar o caminho.

Ao longo de sua vida, muitos lhe dirão que aquilo que você pretende fazer é impossível. Porém, basta ter imaginação para sonhar, planejar e alcançar. Haverá obstáculos. Haverá céticos. Haverá enganos. Mas com trabalho duro, fé, segurança e confiança em você mesmo e nas pessoas a sua volta, não há limites. Porque, acredite nisso, os sonhos podem se tornar realidade.” Michael Phelps

O segredo é estar conectado com seu objetivo e para isso é preciso que ele esteja bem claro em sua mente. Objetivos frágeis acabam destruídos nos primeiros obstáculos.

Então é isso, pensar e não agir transforma seu pensamento somente em um sonho e não um objetivo. O poder do pensamento forte e determinado pode lhe conduzir a REALIZAR desde que você AJA e principalmente AJA indo na direção correta.

Por Marcos Rocha

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Somos todos Vendedores!

Postado por Flávio Lettieri em Empreendedorismo, Estratégia, Liderança | agosto 2, 2016 | Deixe seu comentário

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Apresentação16A Somma Consultoria teve o privilégio de ser uma das patrocinadoras dos 42 anos do GEDEPEC, um evento onde o momento mais marcante foi a palestra com a comandante do Magazine Luiza.

Dizer apenas que foi uma verdadeira aula de liderança e empreendedorismo é um resumo muito preciso do que foi a palestra com Luiza Trajano na festa de aniversário do GEDEPEC (Grupo de Desenvolvimento de Pessoal da Região de Campinas).

Foram cerca de 90 minutos onde assistimos a Luiza contar muitas histórias e casos. A cada história, aparentemente contada casualmente, ela ia envolvendo a plateia de forma que, em pouco tempo, parecia que todos ali eram parte de sua família ou parte de sua empresa.

Com uma linguagem simples, Luiza sabe, com maestria, falar a língua do povo, transmitindo sinceridade e um profundo senso de humanidade.

Mas, por trás dessa simplicidade e foco nas pessoas, havia muita visão de negócios, estratégia e liderança. Sua proposta é bastante clara: estabeleça metas cada vez mais ousadas, conquiste o coração de seu time e recompense bem àqueles que entregam os melhores resultados.

Ao falar dos tempos de crise, ela mostrou um vídeo mostrando a evolução dos resultados da empresa. São imagens das convenções de vendas realizadas nos últimos anos. Em todas, um slide com uma imagem bem clara da meta da empresa para cada ano.

Nos slides da primeira convenção mostrada: 100 milhões. Na segunda: 200 milhões. E os números vão subindo exponencialmente a cada ano. Em 2015 o Magazine Luiza faturou mais de 10 bilhões!!!

E ela fala desse crescimento, dessa busca por performance e resultados com a maior naturalidade, dando a entender que empreender é simples, desde que se tenha dentro de si um senso de constante “inconformismo”. Se em um ano vendemos 10, então no próximo temos que vender 15, 20 ou 30.

Em 2016, segundo Luiza, os desafios aumentaram em virtude da crise. Então, a empresa precisava buscar uma alternativa para continuar crescendo. Montaram uma estratégia agressiva de posicionamento de mercado e aumento de “share”. Envolveram toda a empresa na campanha com o slogan “Somos todos vendedores”. E, foco total nas vendas! Com direito a vídeo sobre a foca (animal) e a sua estratégia de sobrevivência diante de cenários adversos e com escassez de alimento #focanavenda. Não preciso dizer que o vídeo está fazendo o maior sucesso dentro da empresa e, também com outros empreendedores, que pediram autorização para passarem o vídeo para suas equipes.

Além de falar de negócios, de sua crença no Brasil e de sua visão de liderança, ao longo de sua palestra, ela fez piadas sobre o tombo que levou carregando a tocha olímpica e dos diversos “memes” com a cena.

Mas, enquanto faz piadas, o seu time de marketing está fazendo do limão uma limonada: “Cair, faz parte da vida. O importante é saber levantar. E, como tudo cai, os preços caíram no Magazine Luiza. Aproveite as ofertas”!

E foram muitos outros aprendizados com aquela senhora simples e pequenina, mas gigante em sua capacidade de fazer negócios e manter uma forte liderança focada em resultados e alicerçada em valores.

Parabéns ao GEDEPEC pela palestra. Parabéns por seus 42 anos!

Um carinhoso abraço!

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A triste geração que virou escrava da própria carreira

Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Estratégia, Resultados | junho 28, 2016 | 1 Comentário

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size_810_16_9_thinkstockphotos-157996347Sensacional o texto publicado recentemente na Revista “Pazes” e que compartilho na íntegra mais abaixo.

A mensagem é forte, chega a ser dura, mas absolutamente verdadeira.

Segue o artigo:

E a juventude vai escoando entre os dedos

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.

Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.

Tinha pena dos pais, que tiveram que ‘camelar’ em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.

Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.

Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.

Frequentou as melhores escolas.

Entrou nas melhores faculdades.

Passou no processo seletivo dos melhores estágios.

Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.

E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.

Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.

Ninguém podia os deter.

A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.

O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.

O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.

Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.

Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.

Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.

Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.

Mas para a vida, costumava ser não!

Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.

Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.

Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.

Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.

Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.

Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.

Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.

Só não tinha controle do próprio tempo.

Só não via que os dias estavam passando.

Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.”

Boas reflexões!

Forte e carinhoso abraço.

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Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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