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Empreendedorismo, Provocações, Informações e Conhecimento

Conflitos + Gestão = Inovação

Postado por Flávio Lettieri em Motivação, Relações Interpessoais, Resultados | agosto 16, 2016 | Deixe seu comentário

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Screenshot 2014-07-04 13.08.07Segundo estimativas, só nos EUA, o custo com conflitos chega a quase meio bilhão de dólares por ano.

Conflitos bloqueiam a comunicação, reduzem a performance, diminuem a motivação e aumentam o stress, fazendo com que muitas pessoas inteligentes se tornem bem menos produtivas quando precisam trabalhar em equipe ou sob pressão.

Por outro lado, conflitos bem administrados podem ser uma grande fonte de inspiração e inovação.

Segundo artigo recentemente publicado na Harvard Business Review, bons conflitos favorecem o debate respeitoso e levam a soluções mutuamente planejadas que, geralmente, são bem superiores às respostas originais.

Por outro lado, os maus conflitos, que surgem quando os membros de uma equipe simplesmente não conseguem resolver suas diferenças, acabam aniquilando a produtividade e sufocando a inovação.

Diante disso, ficamos com uma pergunta óbvia, mas cuja resposta nem sempre é tão simples assim: “Como transformar conflitos em relações produtivas?”

O primeiro ponto é entendermos a fonte dos conflitos: as motivações humanas.

Enquanto o comportamento é aquilo que fazemos e que fica visível para todos, a motivação é a razão pela qual fazemos o que fazemos. Os motivos que nos levam a agirmos de determinada maneira. Algo que não é perceptível para os outros e, por vezes, nem para nós mesmos.

Segundo a Teoria da Consciência dos Relacionamentos, do Dr. Elias Porter, colega e contemporâneo de Erich Fromm e Carl Rogers, tudo o que fazemos tem a intenção positiva de satisfazer as nossas motivações internas ou necessidades motivacionais.

Segundo o Dr. Porter, são as nossas motivações que determinam aquilo que fazemos, onde focamos a nossa atenção e o que valorizamos, em nós e nos outros.

Como pessoas diferentes possuem diferentes motivações é natural que valorizem diferentes comportamentos, atribuindo um maior valor a uma forma de agir em detrimento de outras. E, consequentemente, desvalorizando e desconsiderando certas formas de agir e pensar das outras pessoas.

Nessas diferenças residem as raízes mais profundas dos conflitos.

O segundo ponto é percebermos que olhamos para o mundo segundo a nossa própria ótica. São os nossos filtros pessoais, baseados em crenças e valores, que determinam a nossa visão e compreensão do mundo à nossa volta. “Não percebemos o mundo como ele é e sim como nós somos”.

Esse processo natural e inconsciente, leva-nos a usar aquilo que Peter Senge descreve brilhantemente em sua Teoria da Quinta Disciplina: “A inferência”.

Em lógica, a inferência é uma operação intelectual por meio da qual se afirma a verdade de uma proposição em decorrência de sua ligação com outras já reconhecidas como verdadeiras.

Porém, nas relações humanas, as inferências podem ser conclusões precipitadas que nos fazem julgar os outros segundo os nossos filtros pessoais.

Assim, quando algo no comportamento do outro nos desagrada, a nossa primeira reação é criar um juízo de valor, julgar seu comportamento e, via de regra, entrarmos em uma rota de colisão com a outra pessoa.

Por isso, o que Peter Senge nos propõe é desafiarmos as nossas crenças e pressupostos e, ao invés de tomarmos decisões precipitadas e conflituosas, investigarmos as razões do outro em agir de determinada forma.

Buscarmos compreender a sua motivação e a sua intenção positiva por trás do que faz e, com isso, minimizarmos os conflitos e melhorar os nossos relacionamentos.

Quando fazemos isso, passamos a entender que a atitude do outro não tem nada de pessoal conosco.

Ele apenas está, assim como nós e como qualquer ser humano, buscando uma forma de agir que atenda às suas motivações.

A verdade é que somos seres em uma eterna busca pelo bem estar pessoal. Por vezes, enxergamos os outros como barreiras nessa busca pelo simples fato de agirmos baseados nos pressupostos errados.

Certamente, mudar esse paradigma não é fácil. Mas, com certeza é algo que traz uma enorme recompensa!

Um carinhoso abraço!

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Flávio Lettieri é Sócio Diretor da Somma Consultoria. É Certificado pela Personal Strenghts para a aplicação de Programas para Gestão de Conflitos e Melhoria do Clima Organizacional. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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O Poder do Pensar e a Força do Agir

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Estratégia, Resultados | agosto 12, 2016 | Deixe seu comentário

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phelpsVeja com Michael Phelps, o Fenômeno das piscinas, como o Poder do pensamento pode fazer você realizar grandes coisas, desde que você AJA na direção correta e com as ferramentas adequadas.

Em tempos de Olimpíadas nada como pegar bons exemplos de atletas para aplicar em nossas vidas pessoais, profissionais e até mesmo empresas/negócios que possam nos dar poder e gerar ações que nos levem a conquistar “medalhas de ouro” nestas áreas.

Todos nós conhecemos ou no mínimo já ouvimos falar de Michael Phelps, o mito da natação. Ele conquistou 23 medalhas de ouro!!!

Além do treinamento físico e do incrível talento nas piscinas, Phelps, o fenômeno, já afirmou que sua preparação mental também é um diferencial que o coloca na frente dos demais nadadores.

Veja o que disse seu Coach Bob Bowman, ao The Washington Post em 2012. “Eu nunca o vi ser desencorajado por nada. Ele aguenta tudo e parte disso é a confiança que ele tem na sua habilidade de fazer o seu trabalho”.

O segredo de Phelps
Mas, o nadador contou que tem um segredo na hora de se concentrar e se preparar para a prova que o ajuda bastante. Antes de cair na água, ele visualiza diferentes cenários, tanto positivos quanto negativos e bola planos de ação para cada um deles. “Ele é o melhor, em termos de visualização de prova”, disse Bowman. Da prova perfeita aos mais diversos contratempos – como óculos de natação quebrados ou traje rasgado, por exemplo – tudo passa pela cabeça do atleta.

A dica do Coach
Segundo o Coach, Phelps tem, de antemão, em seu “banco de dados”, uma programação para cada um dos diferentes cenários que se apresentarem durante a prova.

E dai?
Qual a vantagem disso para Phelps e para qualquer profissional que fizer a mesma coisa?

“A confiança de saber que há um plano para tudo”, disse o treinador.

Mas e eu com isso?
Trazendo para sua realidade, como você pode aplicar essa estratégia em sua carreira ou mesmo em seus negócios? Que experiências positivas ou negativas podem lhe ajudar a melhorar sua estratégia para conquistar um novo cliente, um novo emprego ou mesmo desenvolver um novo projeto em sua empresa?

Realidade Real (RR)
Criar um novo item para ser inserido em seu portfolio de produtos ou serviços deve ser encarado com um novo desafio (ou prova para Phelps). Agora quais são as informações que você já tem em seu “banco de dados” que podem lhe ajudar a escapar de armadilhas ou facilitar seu percurso?

Antever situações de risco lhe deixa mais preparado e antenado para evitar deslizes ou até mesmo não levar projetos adiante. Somente tome cuidado com o medo, pois ele pode lhe paralisar. Use o medo com ingrediente para alavancar seu crescimento e não como um fator paralisante.

Truque de Phelps
Vislumbre o projeto já realizado e tenha na mente o caminho para chegar até lá. Vibre com a sua conquista e ganhe energia extra para trilhar o caminho.

Ao longo de sua vida, muitos lhe dirão que aquilo que você pretende fazer é impossível. Porém, basta ter imaginação para sonhar, planejar e alcançar. Haverá obstáculos. Haverá céticos. Haverá enganos. Mas com trabalho duro, fé, segurança e confiança em você mesmo e nas pessoas a sua volta, não há limites. Porque, acredite nisso, os sonhos podem se tornar realidade.” Michael Phelps

O segredo é estar conectado com seu objetivo e para isso é preciso que ele esteja bem claro em sua mente. Objetivos frágeis acabam destruídos nos primeiros obstáculos.

Então é isso, pensar e não agir transforma seu pensamento somente em um sonho e não um objetivo. O poder do pensamento forte e determinado pode lhe conduzir a REALIZAR desde que você AJA e principalmente AJA indo na direção correta.

Por Marcos Rocha

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Somos todos Vendedores!

Postado por Flávio Lettieri em Empreendedorismo, Estratégia, Liderança | agosto 2, 2016 | Deixe seu comentário

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Apresentação16A Somma Consultoria teve o privilégio de ser uma das patrocinadoras dos 42 anos do GEDEPEC, um evento onde o momento mais marcante foi a palestra com a comandante do Magazine Luiza.

Dizer apenas que foi uma verdadeira aula de liderança e empreendedorismo é um resumo muito preciso do que foi a palestra com Luiza Trajano na festa de aniversário do GEDEPEC (Grupo de Desenvolvimento de Pessoal da Região de Campinas).

Foram cerca de 90 minutos onde assistimos a Luiza contar muitas histórias e casos. A cada história, aparentemente contada casualmente, ela ia envolvendo a plateia de forma que, em pouco tempo, parecia que todos ali eram parte de sua família ou parte de sua empresa.

Com uma linguagem simples, Luiza sabe, com maestria, falar a língua do povo, transmitindo sinceridade e um profundo senso de humanidade.

Mas, por trás dessa simplicidade e foco nas pessoas, havia muita visão de negócios, estratégia e liderança. Sua proposta é bastante clara: estabeleça metas cada vez mais ousadas, conquiste o coração de seu time e recompense bem àqueles que entregam os melhores resultados.

Ao falar dos tempos de crise, ela mostrou um vídeo mostrando a evolução dos resultados da empresa. São imagens das convenções de vendas realizadas nos últimos anos. Em todas, um slide com uma imagem bem clara da meta da empresa para cada ano.

Nos slides da primeira convenção mostrada: 100 milhões. Na segunda: 200 milhões. E os números vão subindo exponencialmente a cada ano. Em 2015 o Magazine Luiza faturou mais de 10 bilhões!!!

E ela fala desse crescimento, dessa busca por performance e resultados com a maior naturalidade, dando a entender que empreender é simples, desde que se tenha dentro de si um senso de constante “inconformismo”. Se em um ano vendemos 10, então no próximo temos que vender 15, 20 ou 30.

Em 2016, segundo Luiza, os desafios aumentaram em virtude da crise. Então, a empresa precisava buscar uma alternativa para continuar crescendo. Montaram uma estratégia agressiva de posicionamento de mercado e aumento de “share”. Envolveram toda a empresa na campanha com o slogan “Somos todos vendedores”. E, foco total nas vendas! Com direito a vídeo sobre a foca (animal) e a sua estratégia de sobrevivência diante de cenários adversos e com escassez de alimento #focanavenda. Não preciso dizer que o vídeo está fazendo o maior sucesso dentro da empresa e, também com outros empreendedores, que pediram autorização para passarem o vídeo para suas equipes.

Além de falar de negócios, de sua crença no Brasil e de sua visão de liderança, ao longo de sua palestra, ela fez piadas sobre o tombo que levou carregando a tocha olímpica e dos diversos “memes” com a cena.

Mas, enquanto faz piadas, o seu time de marketing está fazendo do limão uma limonada: “Cair, faz parte da vida. O importante é saber levantar. E, como tudo cai, os preços caíram no Magazine Luiza. Aproveite as ofertas”!

E foram muitos outros aprendizados com aquela senhora simples e pequenina, mas gigante em sua capacidade de fazer negócios e manter uma forte liderança focada em resultados e alicerçada em valores.

Parabéns ao GEDEPEC pela palestra. Parabéns por seus 42 anos!

Um carinhoso abraço!

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Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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A triste geração que virou escrava da própria carreira

Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Estratégia, Resultados | junho 28, 2016 | 1 Comentário

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size_810_16_9_thinkstockphotos-157996347Sensacional o texto publicado recentemente na Revista “Pazes” e que compartilho na íntegra mais abaixo.

A mensagem é forte, chega a ser dura, mas absolutamente verdadeira.

Segue o artigo:

E a juventude vai escoando entre os dedos

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.

Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.

Tinha pena dos pais, que tiveram que ‘camelar’ em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.

Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.

Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.

Frequentou as melhores escolas.

Entrou nas melhores faculdades.

Passou no processo seletivo dos melhores estágios.

Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.

E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.

Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.

Ninguém podia os deter.

A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.

O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.

O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.

Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.

Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.

Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.

Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.

Mas para a vida, costumava ser não!

Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.

Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.

Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.

Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.

Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.

Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.

Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.

Só não tinha controle do próprio tempo.

Só não via que os dias estavam passando.

Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.”

Boas reflexões!

Forte e carinhoso abraço.

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Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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Cinco lições sobre o pequeno mundo dos negócios

Postado por Adriana Ferri em Empreendedorismo, Estratégia, Resultados | junho 24, 2016 | Deixe seu comentário

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dt.common.streams.StreamServerNão importa quais sejam as suas expectativas, saiba que alguma coisa vai dar errado, então seja flexível e mantenha o senso de humor

Durante os primeiros anos no mundo dos negócios, os empreendedores são obrigados a aprender algumas duras lições. Algumas delas são dolorosas e custam dinheiro, outras acabam afastando os empreendedores de seus objetivos. mas no final das contas, não há dúvidas de que todas elas os tornam mais fortes. A colunista do site Entrepreneur, Katherine Keller, listou as cinco lições mais importantes que aprendeu durante sua jornada para alertar os novos empreendedores sobre os obstáculos e surpresas que, inevitavelmente, se colocam no caminho de todo empresário.

 1. Todo mundo começa do zero

Eu tenho mais oportunidades hoje do que eu tinha há cinco anos porque eu construí um negócio do zero. Eu percorri alguns passos pequenos, mas consistentes, que permitiram que eu construísse minha rede de contatos e ganhasse confiança deles com o tempo. Não espere conseguir tudo da noite para o dia, ou você ficará frustrado.

Muitas vezes eu olhei para outros empreendedores e pensei “Nunca conseguirei ser tão popular, simpático e profissional como eles”. Refletindo sobre isso hoje, eu percebo que a questão não era que eu não poderia ser eles, mas que eu não poderia ser eles naquele momento.

2. Consistência é o segredo

Você deve preservar o compromisso que tem com seus colegas, não importa se eles sejam dois ou dois mil. Quase toda semana, eu me pergunto “Com que frequência?”. Com que frequência eu devo postar nas redes sociais? Com que frequência eu devo escrever no meu blog? Com que frequência eu devo enviar uma newsletter? Minha resposta é sempre a mesma: com a maior frequência que você puder, desde que forneça conteúdo de qualidade para os seus seguidores. Eu preferiria ver uma pessoa criar um post de blog matador a ver uma pessoa criar cinco posts medíocres.

Se você escreve um post ruim ou faz uma gravação medíocre, e seus seguidores ficam desapontados, eles podem te dar uma segunda ou até mesmo uma terceira chance, mas eles relutarão em colocar a reputação deles em risco para recomendar você e seus serviços.

3. Espere o inesperado

Acontece com todo mundo. No exato momento em que você se compromete a alcançar um objetivo, milhares de problemas e obstáculos aparecem.

Quando comecei, um dos meus maiores problemas era que eu planejava tudo meticulosamente. Eu levava uma eternidade para decidir enfrentar um projeto novo ou um negócio de risco porque eu tinha que planejá-lo por completo, do início ao fim. Mentalmente, eu tinha que repassar todos os problemas que potencialmente eu poderia enfrentar e descobrir como poderia resolver todas essas questões antes mesmo delas acontecerem. É bom analisar as fraquezas, as oportunidades, os riscos, mas minhas análises me impediam de seguir em frente.

Imagina a minha surpresa quando eu me deparei com uma situação totalmente diferente da qual eu tinha detalhadamente planejado uma semana antes. O fato é que enquanto me sentia um fracasso total, meus colegas e concorrentes seguiam em frente atacando os problemas à medida que eles apareciam.

O que eu estou dizendo é que você deve ter uma coisa em mente: não importa quais sejam as suas expectativas, saiba que alguma coisa vai dar errado. Seja flexível e mantenha o senso de humor. Não é o fim do mundo.

4. Você não consegue agradar todo mundo

Tentar agradar todo mundo vai manter seu negócio na mediocridade. Eu irritei pessoas, feri seus sentimentos, e fui acusada de me importar apenas com dinheiro. Por outro lado, recebi incontáveis e maravilhosos testemunhos de todos os lugares do mundo que me emocionaram.

Mantenha-se firme, mesmo que as outras pessoas discordem de suas ações. Não importa o quão difícil isso seja, apenas aceite o fato de que você vai deixar pessoas enfurecidas durante o caminho.

5. Aprenda, adapte-se, mude

Não há nenhum problema em mudar de direção. A jornada dos negócios não se dá em um caminho claramente pavimentado com placas apontado para qual direção seguir. Novamente, seja flexível e entenda que negócios é um organismo em constante mudança que cresce em um mundo que está em constante mudança. O que funcionou no ano passado pode não funcionar este ano.

Por Brasil Econômico

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Estratégia sem execução é como palavra sem ação

Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Estratégia, Resultados | junho 7, 2016 | Deixe seu comentário

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8-SPPT-Production_Color_CurrencyBGTransCropHá muito se fala da importância de uma boa estratégia para o sucesso dos negócios e do valor de um bom estrategista na liderança de uma organização.

Todavia, cada vez mais, uma nova abordagem vem ganhando espaço: o valor da execução!

Quando levamos em conta que de cada dez empresas, nove falham na implementação da estratégia e, mais precisamente, falham pela incapacidade de dimensionar o valor humano e o papel das pessoas nessa implementação, precisamos reconhecer que uma execução é a mola mestra de uma estratégia vencedora.

Uma boa execução é a plena integração de pessoas, processos e estratégia na busca de um objetivo comum e é uma disciplina que, não apenas pode ser aprendida, como também é um valor que deve ser disseminado e incorporado na cultura da organização.

Muitos líderes acabam se distanciando da realidade dos negócios por se afastarem do dia a dia das operações. Por acharem que a execução é algo secundário, delegam e abrem mão do controle tático, olhando o negócio apenas de maneira periférica.

O resultado disso é que ficam tão imersos nos jogos políticos e organizacionais que perdem de vista as realidades operacionais ocultas que as empresas enfrentam e que trazem os maiores impactos para a lucratividade.

E, ao perder o contato com essa realidade operacional, esses líderes, apesar de seus esforços, estão conduzindo suas empresas, mas não estando as levando a lugar nenhum.

É importante considerar que um dos erros capitais na execução é a falha na alocação de pessoas.

Colocar a pessoa errada para a execução de uma determinada função, seja operativa ou tática, é um erro que custa muito para a empresa. Insistir em manter alguém inadequado nessa tarefa pode ser um erro mortal para o negócio.

Apesar da importância de se colocar a pessoa certa no lugar certo ser algo cada vez mais conhecido por qualquer executivo, na prática é um erro cometido por grande parte dos líderes.

Por isso, é essencial que o RH das empresas seja desafiado a mostrar como pode contribuir efetivamente com a implantação da estratégia.

Nessa perspectiva, a área de Recursos Humanos precisa ser não apenas uma parceira dos executivos, mas é importante que assuma um papel na criação de uma cultura de execução que suporta a estratégia.

Os líderes organizacionais precisam atribuir ao RH o seu verdadeiro papel: considerar a dimensão do valor humano no modelo de negócios.

Na prática, isso envolve recrutar e selecionar as pessoas certas para cada desafio, promover a capacitação e o desenvolvimento, fornecer mecanismos de avaliação capazes de mensurar a real adequação do profissional ao trabalho e, por fim, mas não menos importante, criar uma política de remuneração que recompense a execução e o desempenho.

Apenas quando contam com uma área de pessoas bem estruturada, os executivos têm a base, o substrato, para a excelência na execução e, consequentemente, para o sucesso da estratégia.

A partir daí entra em ação a dimensão capaz de transformar o esforço em resultado: A Liderança!

Metas claras, objetivos bem definidos, comunicação assertiva, senso de realidade e a capacidade de inspirar as pessoas para caminharem na busca da excelência são as chaves para essa virada.

Um carinhoso abraço!

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Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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