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Empreendedorismo, Provocações, Informações e Conhecimento

Quais são as suas perguntas?

Postado por Flávio Lettieri em Comunicação, Pró-atividade, Resultados | maio 17, 2016 | 1 Comentário

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cool-question-marks-252178“Papai, como nascem os bebês?”, pergunta a criança.

“Ah, não amola menino. Vai brincar em vez de ficar fazendo essas perguntas”, responde imediatamente o adulto.

“Joãozinho, quem descobriu o Brasil? Mariazinha, como se chama a cadeia rochosa do Chile? Pedrinho, o que é um adjunto adverbial?, perguntam os professores pelas escolas afora…

Apesar dos exemplos banalizados, o fato é que, de maneira geral, fomos muito estimulados a ter respostas e muito pouco incentivados a fazer perguntas. Infelizmente!

Erroneamente aprendemos que o poder de uma conversa está naquele que tem as respostas e não nos damos conta de que o foco de um assunto é determinado por aquele que faz as perguntas.

Quem pergunta direciona o caminho de uma discussão. Quem pergunta escolhe para onde vai a conversa.

Ter respostas demonstra o saber…

Perguntas desafiam o status quo do saber, gerando um novo saber, mais amplo e mais profundo.

Aprendemos, também erroneamente, que o nosso valor está em quanto sabemos, quando na verdade deveríamos sentir que a dimensão de nossa inteligência não está naquilo que sabemos e sim na nossa capacidade de aprender.

Mas, ao que tudo indica, o mundo mudou.

As crianças estão usando e abusando do direito de fazer perguntas. Estão ávidas por respostas que as ajudem a compreender esse mundo onde habitam.

Os jovens profissionais já não se contentam em aprender o que precisam fazer em seu trabalho. Querem entender porque estão fazendo determinada tarefa. Esses jovens buscam encontram significado naquilo que fazem.

E, nesse novo mundo, já não cabe mais o professor que apenas procura respostas. É o momento daquele que instiga a pergunta.

Já não existe mais espaço para o chefe que, com sua experiência, possui todas as respostas. É o momento do líder que, ao invés de mostrar o caminho, provoca seu time com perguntas que fazem as pessoas encontrarem as suas próprias respostas.

Respostas que, a princípio, talvez não sejam as melhores. Mas que, certamente, terão muito mais significado para quem as encontra.

Por vezes me perguntam: “Mas, como aprender a fazer as melhores perguntas?”

A resposta é simples: “Da mesma forma como se desenvolve qualquer habilidade: praticando”.

Quando bebês, não sabíamos falar, e aprendemos.

Então, se não somos experts em fazer perguntas, podemos aprender. Tudo começa na escolha!

Você gosta mais de fazer perguntas ou prefere ter as respostas?

Você tem sido mais professor, dando as respostas, ou mais coach, fazendo perguntas?

Quais as duas ações simples que se você começar a ter vão te ajudar a melhorar a quantidade e a qualidade de suas perguntas?

Quais as três perguntas que você poderia começar a se fazer e que vão definir o objetivo, o foco e o caminho que você quer estabelecer para a sua vida?

Um carinhoso abraço e boas perguntas para você!

Clique aqui e deixe o seu comentário.

Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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7 características de líderes que apaixonam seus funcionários

Postado por Adriana Ferri em Liderança, Motivação, Resultados | maio 13, 2016 | Deixe seu comentário

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Business team sitting at conference table and discussing during meeting

Seja um empreendedor que inspira e faça com que sua equipe evolua enquanto estiver contigo

Há chefes que apaixonam seus funcionários. Não no sentido da palavra, claro, mas por causa da capacidade que eles têm de motivar sua equipe, reter talentos e ajudar seus empregados a se tornarem melhores pessoas e profissionais.

Uma reportagem, originalmente publicada na “Inc”, mostra as características destes chefes cativantes. Saiba quais são elas e incorpore-as na sua vida:

1. Escutar
Às vezes, dispor de seu tempo para ouvir o que seus comandados têm a dizer é mais importante do que falar as melhores palavras. Dê atenção às queixas, críticas, sugestões e elogios dos empregados.

2. Não ser “estrelinha”
Os empregados gostam de líderes que não se colocam em um pedestal, que são próximos a eles. Seja acessível.

3. Capacitar os outros
Não contrate pessoas apenas para que elas tragam lucros à empresa. Queira, verdadeiramente, que seus colaboradores cresçam pessoal e profissionalmente enquanto estiverem contigo. Dê dicas, ensine coisas e os aconselhe quando achar conveniente.

4. Valorizar os sucessos
Não pense que os empregados estão “apenas fazendo sua obrigação” ao ter um bom desempenho. A falta de valorização desmotiva as pessoas. Celebre o sucesso sempre que possível. Elogie.

5. Delegar
Além de tornar sua vida mais fácil, repassar tarefas aos outros é um sinal de que você confia nos componentes da sua equipe. E demonstrar confiança também motiva as pessoas, de acordo com a matéria.

6. Reagir na hora certa
Bons chefes não fazem julgamentos por impulso. Eles reagem na hora certa. Evite fazer críticas destrutivas publicamente e seja racional antes de tomar decisões difíceis.

7. Admitir seus erros
Líderes são humanos e podem errar como qualquer um. De acordo com o texto da “Inc”, não há problemas em assumir seus erros. Funcionários saberão quando seus líderes estão errados – eles não são burros. Por isso, assumir o deslize soa humilde e realista.

Fonte PEGN

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Conheça a sua Alma Coletiva e seja feliz

Postado por Flávio Lettieri em Motivação, Resultados | maio 3, 2016 | 1 Comentário

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paz-e-imortalidadeMuitas de nossas angústias, de nossas frustrações e, sobretudo, de nossas incapacidades de alcançarmos os resultados que queremos nascem da falta de alinhamento entre aquilo que fazemos e a alma coletiva que habita em cada um de nós.

Desconhecer a própria alma é um risco enorme à nossa felicidade!

Tal qual um arquétipo, uma Alma Coletiva é uma representação concreta das motivações abstratas do Ser Humano.

A Alma do Construtor, por exemplo, reflete as motivações dos apaixonados pela engenharia, pela arquitetura e pelas edificações.

Imagine quão doloroso deve ser para alguém com essa alma se ver obrigado, pelas circunstâncias da vida, a limitar o seu trabalho ao espaço de uma sala de aula.

Afinal, na sala de aula deveriam estar apenas aqueles com a verdadeira Alma do Mestre. Pessoas motivadas pelo ensino, pela educação e pela transformação do homem através do legado do conhecimento. Por isso, é tão triste ver um verdadeiro Mestre impedido de extravasar essa paixão de sua alma.

Por outro lado, como é lindo ver o prazer de alguém com a Alma do Alquimista preparando a comida para a sua família. Sim, a alma daqueles que encontram prazer em transformar os alimentos e brindar aos demais com seu talento gastronômico é a mesma alma dos antigos magos, profetas e druidas ou do talentoso químico de hoje que encontra a sua motivação na ciência de combinar átomos e moléculas.

O químico e o chef de cozinha, duas ocupações tão distintas, mas reflexos de uma mesma Alma Coletiva, o Alquimista.

E o Guerreiro, que no passado empunhava a sua espada para combater o Bom Combate e hoje, nos campos, quadras, piscinas e tantos outros locais, competem nos esportes ou nas grandes corporações para vencer adversários ou para superar os próprios limites.

Na Alma do Sacerdote está a motivação de tantos que, tal qual o pastor de ovelhas conduz o seu rebanho, buscam conduzir pessoas em busca da experiência transcendente ou da conexão com o Sagrado.

A Alma do Juiz, que procura atribuir a cada um segundo o seu direito. Uma alma que sempre busca o equilíbrio e que não deve ser confundida nem com a Alma do Legislador, ou aquele que elabora as leis para garantir a ordem e a disciplina, e nem com a Alma do Político, ou aquele que, através de sua sensibilidade, de sua capacidade de ouvir e de sua habilidade de construir parcerias, busca garantir que o interesse coletivo esteja sempre acima do interesse individual.

E, antes que você me questione, estamos falando da Alma do Político, e não de políticos sem alma…

E, como não mencionar a mais evidente de todas, a Alma do Artista?

Ah, o Artista, tão essencial para a alegria de todas as almas, mas tão pouco valorizado e, por vezes, tão incompreendido….

Incompreendido até mesmo pelas sogras que dizem “minha filha se casou com um traste, um folgado”, porque, com a sua Alma Sonhadora, desejaram que sua filha se cassasse com uma Alma Empreendedora e não suportam no genro a boemia da Alma do Artista.

Temos a Alma do General ou Comandante, A Alma do Policial, a Alma do Caçador, a Alma do Filósofo, a Alma do Agricultor, a Alma do Boiadeiro, a Alma do Mecânico, a Alma do Administrador, a Alma do Jornalista, a Alma do Hoteleiro, A Alma do Mascate ou Vendedor, a Alma do Aviador, que por vezes se confunde com a Alma do Aventureiro e com a Alma do Desbravador.

A Alma do Curador, que deveria estar presente em todos aqueles que trabalham na área da saúde.

E temos ainda muitas outras Almas Coletivas…

Uma das grandes belezas das Almas Coletivas está no fato de que cada um de nós, apesar de possuir a sua Alma principal, possui também outras almas que habitam o nosso ser e determinam a nossa essência.

Assim, um médico, com Alma de Curador, pode carregar consigo também uma Alma de Artista, de Filósofo ou de Mascate.

O dono da loja que conserta computadores, com sua Alma de Mecânico pode adorar gastronomia, divertir-se com uma pescaria e possuir também a Alma de Empreendedor.

Uma Alma de Político pode ocupar um cargo no Congresso trazendo consigo as Almas do Filósofo, do Legislador e do Administrador, colocando seus talentos a serviço do povo.

Essa multiplicidade na combinação das almas é algo maravilhoso, pois permite uma incrível diversidade nas motivações humanas.

A cada um de nós cabe portanto descobrir a Alma que nos move e procurar fazer escolhas que nos permitam viver de acordo com as nossas motivações.

Eu já encontrei a minha Alma!

E você, já encontrou a sua?

Um forte e carinhoso abraço.

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Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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Que tipo de negócio eu devo começar?

Postado por Adriana Ferri em Empreendedorismo, Estratégia, Motivação | abril 29, 2016 | Deixe seu comentário

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empreender-ou-nao-eis-a-questao562x392_96731aicitonp1abng0038ddg1ac7scu2tq19e1O primeiro passo é se perguntar por que você quer ser um empreendedor, e não um empregado

Você pensa em abrir uma empresa, mas não tem aquela ideia matadora nem sabe que modelo de negócio é melhor. Por onde começar? Para Marty Zwilling, mentor de startups, o primeiro passo é se perguntar por que você quer ser um empreendedor, e não um empregado. Há várias respostas, e o especialista analisa algumas:

1. Você detém a tecnologia que vai mudar o mundo. Se você quer desenvolver um projeto, uma startup tradicional é a melhor aposta. Existe o desafio de conseguir patentes, criar o produto em si e definir de onde virá a receita.

2. Você quer ser chefe. Se você quer ter um negócio pela liberdade que você terá na gestão da empresa, pense em adquirir uma franquia. A organização-base vai definir o que, quando e como fazer, mas o sucesso todo depende da sua execução.

3. Você quer ganhar muito dinheiro.Startups não ganham nada no começo. Algumas não ganham nem no final, mas umas poucas realmente conseguem faturar bastante. As franquias, na média, rendem menos do que outros tipos de negócio, mas têm taxas de sucesso mais altas. Consultorias raramente ganham escala, então você pode ficar bem de vida, mas provavelmente não vai ganhar muito dinheiro.

4. Você quer empreender para satisfazer outra pessoa. Existem muitos empresários que estão tocando um negócio porque seus pais sempre esperaram que eles assumissem a empresa da família ou porque o cônjuge está insistindo nisso ou para provar algo para um irmão ou um colega. Se você tem a possibilidade de escolher, pelo menos selecione uma franquia com risco menor.

5. Você quer algo para se ocupar. Se você tem recursos para abrir uma empresa, é um dos poucos sortudos que pode começar ou comprar o negócio que quiser. Se lhe falta experiência, uma franquia pode ser ideal, porque você terá ajuda para estruturar a operação. Por outro lado, se você tem muita experiência, por que não a compartilhar por meio de uma consultoria?

De acordo com Zwilling, se você ainda não tem certeza de qual é o melhor negócio, vale trabalhar como empregado por mais um tempo, ganhar experiência e autoconhecimento e juntar capital para a empreitada. Só depois dê o salto em um dos modelos citados acima. Você logo vai saber se está se divertindo – e esse é o melhor critério de todos.

Fonte: PEGN

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O Deus de Spinoza

Postado por Flávio Lettieri em Motivação, Resultados | abril 19, 2016 | 2 comentários

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Bosque_Iluminado-1024x768-241098Quando perguntaram a Albert Einstein se ele acreditava em Deus, ele disse: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela na harmonia ordenada daquilo que existe, não num Deus que se preocupa com os destinos e as ações dos seres humanos”.

Baruch Spinoza ou Espinosa, ou Espinoza (1632-1677) nasceu em Amsterdã, Holanda. Spinoza era de uma família tradicional judia, de origem portuguesa. Sua família emigrou porque os judeus estavam sendo perseguidos. Seu pai era um comerciante bem sucedido e abastado. Spinoza gostava de estudar e ficava na sinagoga. Era um dos melhores alunos. Aprendeu a Bíblia Sagrada e o Talmund. Então foi para uma escola particular, onde conheceu o latim. Pôde então ter um estudo mais abrangente. Leu sobre a identificação de Deus com o universo, sobre a associação da matéria com o corpo de Deus. Interessou-se muito pela filosofia moderna, como Bacon, Hobbes e Descartes. Então foi acusado de heresia, por se mostrar irredutível em suas opiniões.

E esta abaixo é a descrição do “Deus” ou “Natureza” de Espinosa, descrita no século XVII.

Se Deus tivesse falado, ele diria:

“Para de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida.

Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Para de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Para de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria.

Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Para de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro!

Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Para de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Para de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro.

Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.

Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.

E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Para de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Para de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?…

Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Para de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações?

Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro…

Aí é que estou, batendo em ti.”

Um forte e carinhoso abraço.

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Você lê, mas esquece rápido? Esta dica fará sua memória funcionar melhor

Postado por Adriana Ferri em Comunicação, Estratégia, Resultados | abril 15, 2016 | Deixe seu comentário

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publicoSempre foi importante ter uma comunicação cativante e envolvente. Hoje, com a presença da tecnologia atuando nos contatos pessoais, essa habilidade se tornou ainda mais necessária. Pessoas articuladas, simpáticas e espirituosas são recebidas com alegria em qualquer roda de conversa. Com esse comportamento, sobressaem de maneira positiva nas reuniões corporativas e no relacionamento social.

Para isso é preciso que tenham voz firme, com bom ritmo. Vocabulário amplo, pronto e adequado a todas as circunstâncias. Domínio da expressão corporal, para que os gestos sejam elegantes e harmoniosos. Expressão facial arejada. Pensamento bem ordenado, com raciocínio lógico e concatenado.

Para que todos esses aspectos possam efetivamente contribuir com o sucesso da comunicação é fundamental que a pessoa tenha conteúdo. Se não tiver o que dizer, o indivíduo será repetitivo, vazio, prolixo e apenas um falador chato. Quem possui informações, naturalmente associa e complementa as ideias com facilidade, e torna seu discurso mais atraente.

Alguns, entretanto, reclamam que não conseguem guardar as informações que leem. Em pouco tempo, o que parecia tão interessante para ser usado em uma conversa desaparece da mente. Já me disseram que, depois de ler um romance, não conseguem contar a história que no momento da leitura parecia ser tão fascinante.

Para solucionar essa questão e conseguir reter as informações relevantes apreendidas em uma leitura, vou sugerir um recurso que me caiu às mãos de maneira curiosa. Ganhei um livro de oratória que havia pertencido ao poeta Guilherme de Almeida. A obra, com o título de “El Arte de Hablar Bien” (A Arte de Falar Bem) é de autoria de Paul C. Jagot e J. C. Noguin. Foi publicada na Argentina em 1943 e traduzida do francês para o espanhol por J. C. Guiñon.

Embora seja uma obra relativamente comum, Guilherme de Almeida fez dela uma espécie de livro de cabeceira. Leu cada uma de suas páginas e assinalou a lápis todas as passagens que julgou interessante. Em alguns casos, chama a atenção que determinado trecho deveria ser lido várias vezes. Um deles assinala com destaque uma sugestão dos autores de como reter as informações lidas em um livro.

“Ao acabar de ler o capítulo de um livro resuma o conteúdo, o significado da mensagem da mesma maneira como se precisasse expô-lo diante de uma centena de pessoas.” Quem seguir essa sugestão, terá dado um passo importante para assimilar com mais facilidade o conteúdo de suas leituras.

O resultado é impressionante. Ao resumir o capítulo de um livro, ou um artigo de jornal ou revista, imaginando que precisará apresentá-lo diante de uma plateia, aprenderá o conteúdo com mais tranquilidade. Esse recurso faz com que a pessoa tenha domínio da matéria que acabou de ler. O exercício será ainda mais eficiente se for feito em voz alta.

Dessa forma, além de fixar as informações que leu, terá oportunidade também para aprimorar a comunicação. Depois desse treinamento, quando falar em público fazendo uso do conteúdo aprendido, as exposições se revestem de uma qualidade diferenciada.

A leitura é uma das mais importantes fontes de conhecimento. Quem se dedica a essa tarefa de resumir o que acabou de ler e faz o exercício de apresentar as informações como se estivesse falando em público, incorpora definitivamente esse conhecimento, que passa a ser muito útil quando se apresentar diante da plateia.

Algumas dicas do livro:

  1. De nada adianta aprender a falar se não tiver o que dizer
  2. O hábito de ler livros, jornais e revistas amplia o conhecimento
  3. Depois de ler o capítulo de um livro, faça um resumo e imagine que irá apresentá-lo falando em público
  4.  Assim que adquirir uma nova informação, aproveite a primeira oportunidade para transmiti-la. Assim terá o seu domínio

Por Reinaldo Polito

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