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A triste geração que virou escrava da própria carreira

Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Estratégia, Resultados | junho 28, 2016 | 1 Comentário

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size_810_16_9_thinkstockphotos-157996347Sensacional o texto publicado recentemente na Revista “Pazes” e que compartilho na íntegra mais abaixo.

A mensagem é forte, chega a ser dura, mas absolutamente verdadeira.

Segue o artigo:

E a juventude vai escoando entre os dedos

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.

Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.

Tinha pena dos pais, que tiveram que ‘camelar’ em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.

Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.

Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.

Frequentou as melhores escolas.

Entrou nas melhores faculdades.

Passou no processo seletivo dos melhores estágios.

Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.

E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.

Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.

Ninguém podia os deter.

A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.

O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.

O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.

Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.

Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.

Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.

Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.

Mas para a vida, costumava ser não!

Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.

Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.

Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.

Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.

Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.

Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.

Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.

Só não tinha controle do próprio tempo.

Só não via que os dias estavam passando.

Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.”

Boas reflexões!

Forte e carinhoso abraço.

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Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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Cinco lições sobre o pequeno mundo dos negócios

Postado por Adriana Ferri em Empreendedorismo, Estratégia, Resultados | junho 24, 2016 | Deixe seu comentário

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dt.common.streams.StreamServerNão importa quais sejam as suas expectativas, saiba que alguma coisa vai dar errado, então seja flexível e mantenha o senso de humor

Durante os primeiros anos no mundo dos negócios, os empreendedores são obrigados a aprender algumas duras lições. Algumas delas são dolorosas e custam dinheiro, outras acabam afastando os empreendedores de seus objetivos. mas no final das contas, não há dúvidas de que todas elas os tornam mais fortes. A colunista do site Entrepreneur, Katherine Keller, listou as cinco lições mais importantes que aprendeu durante sua jornada para alertar os novos empreendedores sobre os obstáculos e surpresas que, inevitavelmente, se colocam no caminho de todo empresário.

 1. Todo mundo começa do zero

Eu tenho mais oportunidades hoje do que eu tinha há cinco anos porque eu construí um negócio do zero. Eu percorri alguns passos pequenos, mas consistentes, que permitiram que eu construísse minha rede de contatos e ganhasse confiança deles com o tempo. Não espere conseguir tudo da noite para o dia, ou você ficará frustrado.

Muitas vezes eu olhei para outros empreendedores e pensei “Nunca conseguirei ser tão popular, simpático e profissional como eles”. Refletindo sobre isso hoje, eu percebo que a questão não era que eu não poderia ser eles, mas que eu não poderia ser eles naquele momento.

2. Consistência é o segredo

Você deve preservar o compromisso que tem com seus colegas, não importa se eles sejam dois ou dois mil. Quase toda semana, eu me pergunto “Com que frequência?”. Com que frequência eu devo postar nas redes sociais? Com que frequência eu devo escrever no meu blog? Com que frequência eu devo enviar uma newsletter? Minha resposta é sempre a mesma: com a maior frequência que você puder, desde que forneça conteúdo de qualidade para os seus seguidores. Eu preferiria ver uma pessoa criar um post de blog matador a ver uma pessoa criar cinco posts medíocres.

Se você escreve um post ruim ou faz uma gravação medíocre, e seus seguidores ficam desapontados, eles podem te dar uma segunda ou até mesmo uma terceira chance, mas eles relutarão em colocar a reputação deles em risco para recomendar você e seus serviços.

3. Espere o inesperado

Acontece com todo mundo. No exato momento em que você se compromete a alcançar um objetivo, milhares de problemas e obstáculos aparecem.

Quando comecei, um dos meus maiores problemas era que eu planejava tudo meticulosamente. Eu levava uma eternidade para decidir enfrentar um projeto novo ou um negócio de risco porque eu tinha que planejá-lo por completo, do início ao fim. Mentalmente, eu tinha que repassar todos os problemas que potencialmente eu poderia enfrentar e descobrir como poderia resolver todas essas questões antes mesmo delas acontecerem. É bom analisar as fraquezas, as oportunidades, os riscos, mas minhas análises me impediam de seguir em frente.

Imagina a minha surpresa quando eu me deparei com uma situação totalmente diferente da qual eu tinha detalhadamente planejado uma semana antes. O fato é que enquanto me sentia um fracasso total, meus colegas e concorrentes seguiam em frente atacando os problemas à medida que eles apareciam.

O que eu estou dizendo é que você deve ter uma coisa em mente: não importa quais sejam as suas expectativas, saiba que alguma coisa vai dar errado. Seja flexível e mantenha o senso de humor. Não é o fim do mundo.

4. Você não consegue agradar todo mundo

Tentar agradar todo mundo vai manter seu negócio na mediocridade. Eu irritei pessoas, feri seus sentimentos, e fui acusada de me importar apenas com dinheiro. Por outro lado, recebi incontáveis e maravilhosos testemunhos de todos os lugares do mundo que me emocionaram.

Mantenha-se firme, mesmo que as outras pessoas discordem de suas ações. Não importa o quão difícil isso seja, apenas aceite o fato de que você vai deixar pessoas enfurecidas durante o caminho.

5. Aprenda, adapte-se, mude

Não há nenhum problema em mudar de direção. A jornada dos negócios não se dá em um caminho claramente pavimentado com placas apontado para qual direção seguir. Novamente, seja flexível e entenda que negócios é um organismo em constante mudança que cresce em um mundo que está em constante mudança. O que funcionou no ano passado pode não funcionar este ano.

Por Brasil Econômico

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Estratégia sem execução é como palavra sem ação

Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Estratégia, Resultados | junho 7, 2016 | Deixe seu comentário

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8-SPPT-Production_Color_CurrencyBGTransCropHá muito se fala da importância de uma boa estratégia para o sucesso dos negócios e do valor de um bom estrategista na liderança de uma organização.

Todavia, cada vez mais, uma nova abordagem vem ganhando espaço: o valor da execução!

Quando levamos em conta que de cada dez empresas, nove falham na implementação da estratégia e, mais precisamente, falham pela incapacidade de dimensionar o valor humano e o papel das pessoas nessa implementação, precisamos reconhecer que uma execução é a mola mestra de uma estratégia vencedora.

Uma boa execução é a plena integração de pessoas, processos e estratégia na busca de um objetivo comum e é uma disciplina que, não apenas pode ser aprendida, como também é um valor que deve ser disseminado e incorporado na cultura da organização.

Muitos líderes acabam se distanciando da realidade dos negócios por se afastarem do dia a dia das operações. Por acharem que a execução é algo secundário, delegam e abrem mão do controle tático, olhando o negócio apenas de maneira periférica.

O resultado disso é que ficam tão imersos nos jogos políticos e organizacionais que perdem de vista as realidades operacionais ocultas que as empresas enfrentam e que trazem os maiores impactos para a lucratividade.

E, ao perder o contato com essa realidade operacional, esses líderes, apesar de seus esforços, estão conduzindo suas empresas, mas não estando as levando a lugar nenhum.

É importante considerar que um dos erros capitais na execução é a falha na alocação de pessoas.

Colocar a pessoa errada para a execução de uma determinada função, seja operativa ou tática, é um erro que custa muito para a empresa. Insistir em manter alguém inadequado nessa tarefa pode ser um erro mortal para o negócio.

Apesar da importância de se colocar a pessoa certa no lugar certo ser algo cada vez mais conhecido por qualquer executivo, na prática é um erro cometido por grande parte dos líderes.

Por isso, é essencial que o RH das empresas seja desafiado a mostrar como pode contribuir efetivamente com a implantação da estratégia.

Nessa perspectiva, a área de Recursos Humanos precisa ser não apenas uma parceira dos executivos, mas é importante que assuma um papel na criação de uma cultura de execução que suporta a estratégia.

Os líderes organizacionais precisam atribuir ao RH o seu verdadeiro papel: considerar a dimensão do valor humano no modelo de negócios.

Na prática, isso envolve recrutar e selecionar as pessoas certas para cada desafio, promover a capacitação e o desenvolvimento, fornecer mecanismos de avaliação capazes de mensurar a real adequação do profissional ao trabalho e, por fim, mas não menos importante, criar uma política de remuneração que recompense a execução e o desempenho.

Apenas quando contam com uma área de pessoas bem estruturada, os executivos têm a base, o substrato, para a excelência na execução e, consequentemente, para o sucesso da estratégia.

A partir daí entra em ação a dimensão capaz de transformar o esforço em resultado: A Liderança!

Metas claras, objetivos bem definidos, comunicação assertiva, senso de realidade e a capacidade de inspirar as pessoas para caminharem na busca da excelência são as chaves para essa virada.

Um carinhoso abraço!

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Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 

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10 maneiras de gerar novas ideias

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Inovação, Motivação | junho 3, 2016 | Deixe seu comentário

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people in the information space

O primeiro passo para quem quer se aventurar no mundo dos negócios é ter aquela ideia de um milhão de dólares que tantos sonham em ter. Apesar de uma ideia não valer absolutamente nada se não for bem executada, é sempre um bom começo para quem deseja empreender.

Diferente do que muitos pensam, não existe fórmula mágica para gerar insights de novos negócios, mas, por mais que pareça óbvio, uma boa maneira de se ter uma boa ideia é não ter medo de sonhar grande e ter muitas ideias. Na verdade,um simples brainstorming pode fazer aflorar vários negócios potenciais.

Se você deseja inovar e pensar fora da caixa, essas técnicas podem te ajudar.

Mas e se você não for uma pessoa criativa? Não se preocupe! Vamos mostrar aqui várias maneiras e dicas de como gerar novas ideias de negócios: Vamos lá?

– Anote todas ideias que você tiver. Não importa se você estiver no meio do almoço ou indo dormir, não deixe a ideia fugir da sua cabeça;
– Discuta cada ideia com mais de uma pessoa se possível, quanto mais eclético o grupo melhor. Isso vai te ajudar a entender se a sua ideia será bem aceita ou não.
– Não vale criticar nenhuma ideia, ideias loucas e absurdas são muito bem vindas!
– Se você estiver em uma fase de bloqueio criativo, que tal melhorar ideias de outros ou conectar ideias para gerar novas?
– Tente sempre pensar em problemas que você poderia resolver e não em soluções.

Com isso, resumimos 10 maneiras para te ajudar a gerar ideias.

1. Não pense em ideias de negócios

Segundo Paul Graham, cofundador de uma das mais famosas aceleradoras de startups americana, as melhores ideias normalmente são aquelas chamadas de orgânicas. Ou seja, insights que crescem de forma natural da experiência das pessoas.

Então a melhor maneira é não PENSAR e sim OBSERVAR. Procure no seu trabalho, nas suas experiências e atividades, quais as necessidades e problemas que possuem. Uma boa pergunta é: Por que ninguém fez isso até hoje? Se alguém fizer isso eu compro na hora?

2. Resolva problemas, não invente eles

Pegue uma folha em branco e escreva no topo dela “Eu odeio quando…” e escreva tudo que te incomoda. Muitos desses problemas podem virar produtos ou serviços, afinal, o seu descontentamento com algum produto e serviço, provavelmente, é uma dor compartilhada por muitas outras pessoas.

Foi de um exercício assim que eu me sócio chegamos à ideia da nossa empresa atual, o Melhor Plano. Outro exemplo de empresa que seguiu pelo mesmo caminho é a Geekie. Cansada do sistema de ensino conservador do Brasil, decidiu inovar e criar uma plataforma que cria um plano de estudos personalizado para seus usuários.

Se você tiver dificuldades como isso, olhe na seção de suporte ao cliente de sites e encontre o que estão reclamando. Reclame Aqui pode ser uma boa fonte. Vale também pensar noque poderia fazer que seria realmente extremo. Normalmente são essas ideias que causam mais impacto.

3. Viva no futuro, então construa o que está faltando nele

Como será daqui a 1, 3 ou 5 anos? Quais problemas existirão? Pesquise sobre as tendências na sua industria,sociedadeou nas tecnologias que permitirão novas formas de negócios. Tecnologias como internet das coisas – IoT e realidade virtual são só alguns exemplos de tendências tecnológicas que prometem mudar várias indústrias.

4. Encontre um mercado ou industria e se aprofunde nela

Encontre alguém em uma industria que você tenha interesse e pergunte coisas fundamentais como: qual seu trabalho? quem faz isso ou aquilo? Qual a parte chata do seu trabalho? Quais são os 3 maiores desafios no seu trabalho ou em relação a um tema específico? Se você tivesse recursos infinitos e pudesse resolver qualquer problema em um piscar de olhos, qual seria? Como resolveria? Uma dica é não focar no que você pensa, apenas escute com atenção seu entrevistado.

Acredite: os resultados dessas conversas são surpreendentes, pois, diferente do que alguns pensam, a maioria dos empreendedores está disposto a contar sobre o seu negócio e as dificuldades que viveu ao criá-lo e tirá-lo do papel.  O Méliuz, por exemplo, mandou e-mails até para empresas estrangeiras e, pasmem, ele ganhou as passagens e uma visita por conta de um dos e-commerce mais bem conceituados da Inglaterra.

5. Bons artistas copiam; Grandes artistas roubam

Steve Jobs uma vez disse: “Não temos nenhuma vergonha em roubar grandes ideias“. Se pensadores originais como Picasso e Steve Jobs não tinham nenhum problema em copiar ideias alheias, por que você teria? Quando um novo produto surgir, escreva formas como poderia usar para uma nova ideia de negócio.

Muitas ideias são mal executadas, você é capaz de executar melhor? Vários negócios inovadores surgem no mundo, porque não tomar como inspiração para aplicar na sua região? Alguns sites que podem servir de inspiração: Springwise,Hacker News, Product Hunt, CrunchBase e TechCrunch.

6. Áreas que estão precisando de projetos

Aqui vamos pela mesma ideia da lista de “Eu detesto quando…”, a diferença é que aqui é uma fase mais aprofundada e saindo dos achismos e apenas a sua visão. E como fazer isso? A Y Combinator, aceleradora mais famosa do mundo, publicou em 2015 uma lista com áreas onde eles gostariam de investir. Veja aqui as áreas.

Nessa mesma linha, o Google Trends pode te ajudar a descobrir mercados que estão crescendo e que carecem de soluções.

7. Uber para…

Se for para pensar fora da caixa, não se limite apenas à sua área de atuação, podemos aprender com empresas de todos os setores e tamanhos. Então pare e pense: quais ideias poderíamos pegar de outras indústrias e aplicar na nossa? Olhe para indústrias ao seu redor e veja se as ideias antigas delas podem se tornar sua nova ideia.

Pegue a SmartFit como exemplo. Você pode não acreditar, mas a ideia de ter um botão em cada máquina para que os usuários conseguissem chamar os personal trainers veio da indústria de aviação. Você já parou para observar que, quando estamos em algum voo e queremos chamar a aeromoça basta apertar um botão? O que o empreendedor pensou aqui foi simples: se serve em aviões, por que não tentar em academias?

8. Pergunte a você mesmo

Qual tipo de negócio eu gostaria de tocar se não tivesse nenhuma chance de fracassar? O que nunca foi feito até hoje?

Empreender nem sempre é um mar calmo, por isso, é preciso que você faça o que ama e vê sentido. O Dr. Consulta, por exemplo, queria democratizar o acesso a um sistema de saúde barato e de qualidade, algo que parecia uma missão impossível, hoje é uma das referências em negócios sociais no Brasil.

9. Mantenha-se atualizado na sua área de interesse! Frequentemente surgem novas ideias

Manter-se atualizado é quase que uma regra no mundo dos negócios. Os conceitos mudam com o tempo e ficar antenado nas novas tendências pode impulsionar a sua empresa e até mesmo te ajudar a criar uma vantagem competitiva em relação a sua concorrência.

Participe de eventos sobre empreendedorismo, inovação, tecnologia. Leia livros, converse com outros empreendedores e compartilhe suas experiências. Não se limite ao seu setor, olhe outras empresas, outros países, será que algo que está bombando lá fora poderia ser aproveitado pela sua empresa?

10. Olhe no seu extrato bancário para onde seu dinheiro está indo

A forma como você gasta o seu dinheiro pode dizer muito sobre você. Porque você comprou da empresa A e não com a B? Analisar porque você escolhe um produto ou serviço pode te dar insights de como fazer algo melhor ou mais barato. Muitas vezes achamos algo muito caro, será que não podemos criar um novo produto ou serviço mais barato ou com uma percepção de valor mais alta?

Se você já gasta dinheiro com esse produto ou serviço, isso pode sinalizar que existe um mercado para a sua ideia.

Agora você tem uma lista de ideias para escolher. Uma boa ideia pode não ser uma boa oportunidade de negócio, por mais criativa ou visionária que seja. Cabe ao empreendedor analisar se faz sentido ou não seguir em frente.

Fonte: Endeavor

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Quais são as suas perguntas?

Postado por Flávio Lettieri em Comunicação, Pró-atividade, Resultados | maio 17, 2016 | 1 Comentário

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cool-question-marks-252178“Papai, como nascem os bebês?”, pergunta a criança.

“Ah, não amola menino. Vai brincar em vez de ficar fazendo essas perguntas”, responde imediatamente o adulto.

“Joãozinho, quem descobriu o Brasil? Mariazinha, como se chama a cadeia rochosa do Chile? Pedrinho, o que é um adjunto adverbial?, perguntam os professores pelas escolas afora…

Apesar dos exemplos banalizados, o fato é que, de maneira geral, fomos muito estimulados a ter respostas e muito pouco incentivados a fazer perguntas. Infelizmente!

Erroneamente aprendemos que o poder de uma conversa está naquele que tem as respostas e não nos damos conta de que o foco de um assunto é determinado por aquele que faz as perguntas.

Quem pergunta direciona o caminho de uma discussão. Quem pergunta escolhe para onde vai a conversa.

Ter respostas demonstra o saber…

Perguntas desafiam o status quo do saber, gerando um novo saber, mais amplo e mais profundo.

Aprendemos, também erroneamente, que o nosso valor está em quanto sabemos, quando na verdade deveríamos sentir que a dimensão de nossa inteligência não está naquilo que sabemos e sim na nossa capacidade de aprender.

Mas, ao que tudo indica, o mundo mudou.

As crianças estão usando e abusando do direito de fazer perguntas. Estão ávidas por respostas que as ajudem a compreender esse mundo onde habitam.

Os jovens profissionais já não se contentam em aprender o que precisam fazer em seu trabalho. Querem entender porque estão fazendo determinada tarefa. Esses jovens buscam encontram significado naquilo que fazem.

E, nesse novo mundo, já não cabe mais o professor que apenas procura respostas. É o momento daquele que instiga a pergunta.

Já não existe mais espaço para o chefe que, com sua experiência, possui todas as respostas. É o momento do líder que, ao invés de mostrar o caminho, provoca seu time com perguntas que fazem as pessoas encontrarem as suas próprias respostas.

Respostas que, a princípio, talvez não sejam as melhores. Mas que, certamente, terão muito mais significado para quem as encontra.

Por vezes me perguntam: “Mas, como aprender a fazer as melhores perguntas?”

A resposta é simples: “Da mesma forma como se desenvolve qualquer habilidade: praticando”.

Quando bebês, não sabíamos falar, e aprendemos.

Então, se não somos experts em fazer perguntas, podemos aprender. Tudo começa na escolha!

Você gosta mais de fazer perguntas ou prefere ter as respostas?

Você tem sido mais professor, dando as respostas, ou mais coach, fazendo perguntas?

Quais as duas ações simples que se você começar a ter vão te ajudar a melhorar a quantidade e a qualidade de suas perguntas?

Quais as três perguntas que você poderia começar a se fazer e que vão definir o objetivo, o foco e o caminho que você quer estabelecer para a sua vida?

Um carinhoso abraço e boas perguntas para você!

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7 características de líderes que apaixonam seus funcionários

Postado por Adriana Ferri em Liderança, Motivação, Resultados | maio 13, 2016 | Deixe seu comentário

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Business team sitting at conference table and discussing during meeting

Seja um empreendedor que inspira e faça com que sua equipe evolua enquanto estiver contigo

Há chefes que apaixonam seus funcionários. Não no sentido da palavra, claro, mas por causa da capacidade que eles têm de motivar sua equipe, reter talentos e ajudar seus empregados a se tornarem melhores pessoas e profissionais.

Uma reportagem, originalmente publicada na “Inc”, mostra as características destes chefes cativantes. Saiba quais são elas e incorpore-as na sua vida:

1. Escutar
Às vezes, dispor de seu tempo para ouvir o que seus comandados têm a dizer é mais importante do que falar as melhores palavras. Dê atenção às queixas, críticas, sugestões e elogios dos empregados.

2. Não ser “estrelinha”
Os empregados gostam de líderes que não se colocam em um pedestal, que são próximos a eles. Seja acessível.

3. Capacitar os outros
Não contrate pessoas apenas para que elas tragam lucros à empresa. Queira, verdadeiramente, que seus colaboradores cresçam pessoal e profissionalmente enquanto estiverem contigo. Dê dicas, ensine coisas e os aconselhe quando achar conveniente.

4. Valorizar os sucessos
Não pense que os empregados estão “apenas fazendo sua obrigação” ao ter um bom desempenho. A falta de valorização desmotiva as pessoas. Celebre o sucesso sempre que possível. Elogie.

5. Delegar
Além de tornar sua vida mais fácil, repassar tarefas aos outros é um sinal de que você confia nos componentes da sua equipe. E demonstrar confiança também motiva as pessoas, de acordo com a matéria.

6. Reagir na hora certa
Bons chefes não fazem julgamentos por impulso. Eles reagem na hora certa. Evite fazer críticas destrutivas publicamente e seja racional antes de tomar decisões difíceis.

7. Admitir seus erros
Líderes são humanos e podem errar como qualquer um. De acordo com o texto da “Inc”, não há problemas em assumir seus erros. Funcionários saberão quando seus líderes estão errados – eles não são burros. Por isso, assumir o deslize soa humilde e realista.

Fonte PEGN

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