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Empreendedorismo, Provocações, Informações e Conhecimento

Pequenas e efetivas mudanças

Postado por Adriana Ferri em Estratégia, Resultados | janeiro 12, 2017 | Deixe seu comentário

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Dica para começar bem o ano

Postado por Adriana Ferri em Motivação | janeiro 4, 2017 | Deixe seu comentário

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Feliz Natal e um Ano Novo de muitas realizações

Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Motivação, Resultados | dezembro 15, 2016 | Deixe seu comentário

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ApresentaçãoNatalUm Novo Ano está chegando e mais uma vez o espírito de Natal nos envolve com sua magia…

Neste momento, um pensamento se faz presente em minha mente e começo a questionar o quanto é mais comum desejarmos o espírito de Natal de fora para dentro do que praticá-lo de dentro para fora…

“De fora para dentro” é quando  desejamos aos outros os nossos sinceros votos de Paz, Fraternidade e Amor.

E, é claro que isso tem valor. Afinal, estamos emitindo boas vibrações para os outros e, consequentemente, para a humanidade.

Mas, acredito eu, que o maior valor do Natal é quando vamos além, e praticamos o espírito do Natal de “dentro para fora”.

Atingimos essa dimensão quando materializamos o espírito natalino em nossas atitudes.

Quando meditamos para encontrar a serenidade dentro de nós, estamos fazendo a paz nascer em nosso interior para depois se espalhar pelo mundo.

Quando reduzimos os julgamentos e as expectativas sobre os outros e sobre nós mesmos, estamos praticando a fraternidade através da aceitação, da tolerância e do respeito à diversidade.

E quando simplesmente praticamos o bem, através de ações e palavras, entendendo que existe uma enorme diferença entre fazer o bem e não fazer o mal , estamos praticando o Amor.

Então, que tal aproveitarmos a magia do Natal para aprendermos a viver um Ano Novo de Paz, Fraternidade e Amor de dentro para fora?

Que tal, em 2017, cooperamos mais e competirmos menos? Transformarmos conflitos em parcerias, enxergando no outro um parceiro, e não, um adversário, e transformando, para melhor, tudo ao nosso redor?

Desejamos a você um Ano Novo de realizações, aprendizados, conquistas, descobertas e muitas contribuições!

Com carinho,

Equipe Somma

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As 10 competências mais raras entre profissionais brasileiros

Postado por Adriana Ferri em Empreendedorismo, Inovação, Resultados | novembro 9, 2016 | Deixe seu comentário

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qualvalordocoachcustocoachDe pensamento crítico a atitude empreendedora, confira as habilidades mais difíceis de encontrar no mercado de trabalho local, segundo recrutadores

Não é nenhuma novidade que as empresas estão passando por uma gr08ave escassez de talentos em todo o mundo: só no Brasil, 43% dos recrutadores deixam de preencher vagas porque não encontram as competências necessárias nos candidatos disponíveis.

Um novo estudo da AfferoLab traz dados mais aprofundados sobre os fatores que travam as contratações no país. De forma geral, a conclusão é que as habilidades mais importantes sob o ponto de vista dos empregadores também são as mais difíceis de achar.

Veja a seguir as 10 competências mais escassas no mercado de trabalho brasileiro, segundo o estudo, que ouviu empresas de diversos setores entre abril e maio de 2016:

Competência Índice de escassez (0-5)
Resolução de problemas complexos 4,03
Pensamento crítico 3,63
Atitude empreendedora 3,56
Criatividade 3,56
Habilidade para trabalhar com diferentes culturas 3,52
Habilidade para comunicação oral e escrita 3,48
Raciocínio lógico 3,39
Facilidade para se relacionar 3,34
Facilidade de aprender 3,28
Habilidades matemáticas e numéricas 3,08

 

A competência descrita como “resolução de problemas complexos”, que ficou em 1º lugar em termos de escassez na avaliação dos empregadores brasileiros, também foi considerada a mais importante para os profissionais de hoje e dos próximos cinco anos, segundo o Fórum Econômico Mundial.

De acordo com a Affero Lab, a importância dessa habilidade é fácil de compreender: O mundo dos negócios é cada vez mais pautado pela complexidade e pela incerteza, o que exige pessoas capazes de lidar com situações ambíguas, que mudam todos os dias.

“Pensamento crítico” e “atitude empreendedora”, que ficaram em 2º e 3º lugar entre as habilidades mais raras entre os profissionais brasileiros, também estão intimamente ligadas ao atual momento do mercado.

As empresas precisam mais do que nunca de profissionais com perfil analítico e capacidade de questionar práticas consagradas para aumentar a eficiência dos processos. Pessoas ‘empreendedoras’ ou autônomas, que conseguem andar com as próprias pernas e se viram bem com poucos recursos, também são muito procuradas.

“Criatividade” apareceu empatada em 3º lugar com “atitude empreendedora”. Segundo o estudo, o resultado pode refletir a dificuldade de assumir riscos num momento de crise econômica no Brasil. Afinal, num ambiente em que tudo está mudando, não é fácil adotar uma postura ousada e assumir os riscos de uma ideia inteiramente nova. Paradoxalmente, o apetite por inovação é maior do que nunca em boa parte das empresas.

A principal conclusão do estudo para o profissional brasileiro é a necessidade de não se tornar um “sedentário” na carrerira.

As empresas estão cada vez mais exigentes na hora de contratar e exigem habilidades que poucas pessoas têm, por isso, mais do que nunca, é importante investir em qualificação e nunca se acomodar. O esforço compensa: em meio ao “apagão” de talentos, os poucos profissionais realmente bem preparados serão disputados a tapa pelos empregadores — com ou sem crise.

Por Claudia Gasparini e Alexandre Santille

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Os limites da honestidade

Postado por Flávio Lettieri em Motivação, Relações Interpessoais, Resultados | outubro 4, 2016 | Deixe seu comentário

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HonestidadeO que você pensa da maioria dos políticos brasileiros? Você acredita na honestidade deles?

Se a sua resposta foi não, você tem a mesma percepção de 80% dos brasileiros.

Mas, e se estivesse no Congresso Nacional, você seria como os atuais políticos corruptos, aproveitando-se do poder e da influência para obter benefícios próprios às custas da saúde e da educação do país ou teria uma atitude diferente?

Você acredita que conseguiria se manter imune ao sistema que estimula corruptos e corruptores ou acabaria se “desviando do caminho”?

Essa é uma questão complexa!

Porque, apesar de nosso desejo pessoal da apostarmos em nossa própria honestidade, segundo a psicologia social, a resposta a essa pergunta pode ser bem mais difícil do que um rápido sim ou não…

Estudos sobre a “trapaça” mostram que existe um desejo natural nas pessoas de obter ganhos às custas de desvios das regras e padrões éticos.

A relação entre fazer o certo e trapacear é uma constante “queda de braços” em nosso sistema decisório.

Segundo o psicólogo americano Dan Ariely, existem 2 forças atuando de forma antagônica dentro de nós: a vontade de nos olharmos no espelho e não sentirmos vergonha do que fazemos versus o nosso desejo de obter o chamado “ganho da trapaça”.

E há um ponto específico, para cada pessoa, onde cada um de nós sente que pode se beneficiar trapaceando apenas um pouco, contanto que essa trapaça não mude a impressão que temos sobre nós mesmos. Isso é chamado de Fator Pessoal de Enganação.

Esse fator é o limite daquilo que aceitamos fazer de errado, segundo os nossos princípios morais.

E, ao contrário do que gostaríamos, esse limite não é algo estanque ou imutável. Mas, ao contrário, pode se contrair ou se distender de acordo com as circunstâncias e o ambiente social.

Em um estudo clássico, o psicólogo Dan Ariely chamava voluntários para responder 20 problemas simples, que as pessoas poderiam resolver com facilidade. Entretanto, ele não lhes dava tempo suficiente para a tarefa. Ao final de 5 minutos, dizia “ok, podem parar, me entreguem as folhas, darei 1 dólar por questão correta.

Na média, as pessoas recebiam 4 dólares, correspondentes a 4 questões corretas.

Em outro grupo de voluntários, ele induzia a trapaça…

As mesmas questões e os mesmos 5 minutos. Agora, porém, ao final, pedia às pessoas que rasgassem as folhas em um triturador de papel. Apenas deveriam informar o total de respostas certas, pois pagaria o mesmo valor por acerto.

A média de acertos, curiosamente, passou para 7 no momento em que não poderia haver conferência das respostas…

A partir desse e de outros experimentos correlatos, percebeu-se que não eram poucas pessoas trapaceando muito e sim muitas pessoas trapaceando um pouco.

Em outro conjunto de estudos, onde as pessoas tinham a oportunidade de furtar pequenas quantidades de dinheiro x furtar produtos de baixo valor, percebeu-se que quando a trapaça não envolve diretamente o dinheiro, as pessoas trapaceiam mais.

Por isso, para a maioria das pessoas, roubar um lápis do escritório é muito mais aceitável do que roubar moedas de uma caixinha de dinheiro. Isso acontece porque os sentimentos gerados são muito diferentes.

Mas, essas conclusões ainda não eram suficientes para se medir o impacto do ambiente e do grupo social sobre o Fator Pessoal de Enganação.

Foi feito então um novo experimento com jovens universitários.

As pessoas recebiam um envelope com um “pagamento adiantado” para as respostas que dariam certo. Ao final, deveriam devolver a quantidade de dinheiro referente àquilo que não conseguiram acertar.

Entretanto, nesse experimento foi colocado um ator vestindo a camiseta de uma universidade e que, após 30 segundos se levantava e dizia: “eu resolvi tudo, o que faço agora”?

O pesquisador então respondia: “se você respondeu tudo, é só isso. Pode pegar o seu dinheiro e ir para casa”.

Todos ali sabiam que era impossível responder às perguntas em 30 segundos e que, portanto, aquela pessoa estava trapaceando. Mas, qual seria o comportamento das outras pessoas? Também trapaceariam e obteriam o ganho fácil?

Elas trapaceariam mais ou trapaceariam menos?

A resposta foi incrível: O aumento ou diminuição da trapaça dependia da camiseta que o ator estivesse usando…

Todos os participantes do experimento eram de uma mesma universidade. Se o ator estivesse usando a camiseta da mesma universidade, a trapaça no grupo aumentava significativamente.

Mas, se estivesse usando uma camiseta da universidade concorrente, a trapaça diminuía.

Vale lembrar que era evidente que as trapaças não seriam percebidas e muito menos punidas, mas o que estava em jogo era a influência social sobre o fator pessoal de enganação das pessoas.

Ao conclusão de que a trapaça aumentava ou diminuía se o trapaceiro fosse identificado como parte ou não do grupo nos mostra que se vemos alguém do nosso grupo trapaceando, sentimos que é mais apropriado, como grupo, fazer o mesmo. Porém, se a pessoa que trapaceia é do “outro grupo” nossa honestidade aumenta.

As principais conclusões desse conjunto de pesquisas de Dan Ariely mostraram que:

  1. Muitas pessoas são capazes de trapacear,
  2. Elas trapaceiam somente um pouco,
  3. Quando a trapaça não envolve diretamente o dinheiro, as pessoas trapaceiam mais,
  4. Quando vemos a trapaça acontecendo naturalmente no grupo onde fazemos parte, a chance de trapacear aumenta.

Então, se queremos construir uma nação mais honesta precisamos criar um modelo social, seja na educação das crianças, seja nos valores das empresas, que reforcem alguns princípios essenciais:

– Trapacear pouco é tão grave quanto trapacear muito;

– Roubar o lápis do escritório ou o chocolate no supermercado é tão grave quanto roubar o dinheiro da carteira de alguém;

– Trapaça é inaceitável para qualquer pessoa, independente do grau de proximidade ou afetividade que essa pessoa tenha conosco.

Um carinhoso abraço!

Clique aqui e deixe o seu comentário.

Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br 04

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Todos podemos e precisamos ser protagonistas de nossas vidas

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Empreendedorismo, Estratégia | setembro 29, 2016 | Deixe seu comentário

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topoMais do que aquele que abre o negócio, o empreendedor é um protagonista, um agente transformador de alto impacto

Embora a minha especialidade seja empreendedorismo, nos últimos anos tenho procurado evitar essa palavra em certos círculos. Não só porque o termo se vulgarizou com a excessiva exposição na mídia, mas também porque a minha visão do empreendedor vai além do negócio próprio. Meus alunos e colegas já sabem que, para mim, o empreendedor é mais do que aquele que abre um negócio. O empreendedor é aquele que assume as rédeas de sua vida e de sua carreira, seja por meio de um negócio próprio, de um projeto dentro de uma empresa existente ou de uma iniciativa social.

Um nome melhor do que empreendedor para caracterizar essa pessoa é protagonista. De origem grega, a palavra significa ser o primeiro (prótos) a agir (agon) e remete a tudo o que o empreendedor é, acrescido das características de liderança e sem estar diretamente relacionado com o negócio.

Protagonistas são pessoas conscientes que assumem o papel de agentes transformadores de alto impacto, que construirão um futuro com mais significado, mais propósito e mais harmonia. Protagonistas possuem a capacidade de mobilizar dos líderes e a capacidade de realizar dos empreendedores. Sabem organizar e direcionar o uso de recursos para explorar todo seu repertório de conhecimento, experiência e habilidades, construindo um legado de relevância.

Protagonistas são abertos e curiosos. Usam suas bagagens e repertórios pessoais para descobrir seus próprios talentos e seu potencial, direcionando suas paixões para se conectar com o mundo e compreender o todo.

Eles são autoconfiantes o suficiente para saber que não precisam estar ‘a frente de’, mas ‘junto de’. São maduros o suficiente para tomar decisões que privilegiem o todo, e não só o local. São conscientes o suficiente para posicionar cada ação dentro de uma visão de futuro.
Eles são incompletos e sempre se sentirão incompletos, sempre famintos, sempre sedentos. Eles sabem que as pessoas que se sentem completas e realizadas param de crescer, de aprender, de construir, de evoluir. Eles sabem que só os incompletos não vão resolver os problemas do mundo sozinhos e sempre precisarão de outros, sempre precisarão buscar seu complemento no outro.

Eles são ingênuos e se orgulham de sua ingenuidade, pois sabem que é assim que se pode sonhar com o impossível e tornar o impossível uma realidade, e que seus erros e tentativas serão perdoados. Só os ingênuos têm a capacidade de se encantar e se surpreender com suas descobertas. Para os protagonistas, não existe esperança onde existe certeza, pois a certeza leva à soberba e à arrogância que impede o crescimento.

Eles são equilibristas. Vão buscar sempre o equilíbrio entre a individualidade e a coletividade, entre o cosmo e o átomo, entre a ação e a reflexão, entre o coração e o cérebro, entre o caos e a ordem, entre o muito e o pouco, entre o certo e o errado, entre o sucesso e o fracasso, entre o autoritarismo e a democracia, entre a construção e a destruição, entre o falar e o ouvir.

Eles são polifônicos: ouvem todas as vozes para atingir a harmonia, estimulam a diversidade para que ideias se choquem e se digladiem, coexistindo e interagindo em igualdade de posições, com o único propósito de prover um senso de identidade e significado ao longo do tempo.

Há cinco pilares que caracterizam os protagonistas.

1. Presença É a atitude ‘mindfulness’, ou seja, parar e estar presente, em um estado mental de concentração no momento e lugar atuais, numa atitude aberta e não julgadora. Estar sintonizado com o que acontece a sua volta, integrado e alinhado com pessoas, ambiente e coisas. Protagonistas são focados, sabem ler o ambiente e concentram suas energias para entrar no estado de espírito adequado às suas percepções.

2. Autonomia Protagonistas tomam a iniciativa, não esperam ser mandados. Eles são pró-ativos, pois têm a clara noção de que o destino deles é criado por eles e ninguém mais. Não esperam a sorte cair do céu, não ficam lamentando o que acontece de errado na vida deles, nem chorando a falta de oportunidades. Protagonistas criam suas oportunidades, agem para alcançar o que querem.

3. Significado É ter um propósito, mais do que um objetivo. É dar um sentido a tudo o que se faz. Para o protagonista, nada acontece por acaso, tudo tem um propósito. Suas ações e decisões visam sempre construir algo maior, uma visão de futuro que remete à sua missão de vida, uma motivação forte por trás de tudo o que faz. Ter um forte propósito funciona como combustível, que alimenta a determinação e a perseverança.

4. Empatia A capacidade de se enxergar no outro, ler o outro e interagir de forma a estabelecer vínculos significativos. O protagonista sabe que não vai construir nada de relevante sozinho e por isso ele precisa de pessoas para construir juntos, combinando competências e habilidades. Para constituir este conjunto de habilidades, competências e conhecimentos, o protagonista precisa saber construir laços relevantes e perenes.

5. Audácia Ir até os limites e superá-los. O protagonista tem plena noção que é um ser em formação, sempre aprendendo, sempre se desenvolvendo. E, para isso, a cada oportunidade procura ampliar seus limites, vencendo barreiras, superando obstáculos e crescendo a cada evento, a cada episódio que proporcione um avanço na sua formação. Isso significa também correr riscos, sair da zona de conforto e enfrentar seus medos.

Para saber se você está desenvolvendo seu protagonismo, pergunte a si mesmo, cada vez que a vida propor que faça algo diferente, ou que apresente alguma situação inusitada.
a. Até que ponto me engajei de corpo e alma nesta atividade/ação? (Presença)
b. Como eu exerci o meu livre-arbítrio nessa atividade? (Autonomia)
c. Que valor estou criando? (Significado)
d. Como eu interagi com as outras pessoas? (Empatia)
e. Até onde consegui avançar meus limites pessoais? (Audácia)

Ser um protagonista em sua vida é necessário para qualquer pessoa, que segue qualquer carreira, em qualquer momento da vida, não só para empreender, mas também para direcionar nossas vidas e gerar algum impacto positivo na sociedade e no ambiente.

Por Marcos Hashimoto

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