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Empreendedorismo, Provocações, Informações e Conhecimento

Fazer o que se Gosta

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Empreendedorismo, Motivação | setembro 3, 2010 | Deixe seu comentário

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Por Stephen Kanitz

A escolha de uma profissão é o primeiro calvário de todo adolescente. Muitos tios, pais e orientadores vocacionais acabam recomendando “fazer o que se gosta”, um conselho confuso e equivocado.

Empresas pagam a profissionais para fazer o que a comunidade acha importante ser feito, não aquilo que os funcionários gostariam de fazer, que normalmente é jogar futebol, ler um livro ou tomar chope na praia.

Seria um mundo perfeito se as coisas que queremos fazer coincidissem exatamente com o que a sociedade acha importante ser feito. Mas, aí, quem tiraria o lixo, algo necessário, mas que ninguém quer fazer?

Muitos jovens sonham trabalhar no terceiro setor porque é o que gostariam de fazer. Toda semana recebo jovens que querem trabalhar em minha consultoria num projeto social. “Quero ajudar os outros, não quero participar desse capitalismo selvagem.” Nesses casos, peço que deixem comigo os sapatos e as meias e voltem para conversar em uma semana.

É uma arrogância intelectual que se ensina nas universidades brasileiras e um insulto aos sapateiros e aos trabalhadores dizer que eles não ajudam os outros. A maioria das pessoas que ajudam os outros o faz de graça.

As coisas que realmente gosto de fazer, como jogar tênis, velejar e organizar o Prêmio Bem Eficiente, eu faço de graça. O “ócio criativo”, o sonho brasileiro de receber um salário para “fazer o que se gosta”, somente é alcançado por alguns professores felizardos de filosofia que podem ler o que gostam em tempo integral.

O que seria de nós se ninguém produzisse sapatos e meias, só porque alguns membros da sociedade só querem “fazer o que gostam”? Pediatras e obstetras atendem às 2 da manhã. Médicos e enfermeiras atendem aos sábados e domingos não porque gostam, mas porque isso tem de ser feito.

Empresas, hospitais, entidades beneficentes estão aí para fazer o que é preciso ser feito, aos sábados, domingos e feriados. Eu respeito muito mais os altruístas que fazem aquilo que tem de ser feito do que os egoístas que só querem “fazer o que gostam”.

Então teremos de trabalhar em algo que odiamos, condenados a uma vida profissional chata e opressiva? Existe um final feliz. A saída para esse dilema é aprender a gostar do que você faz. E isso é mais fácil do que se pensa. Basta fazer seu trabalho com esmero, bem feito. Curta o prazer da excelência, o prazer estético da qualidade e da perfeição.

Aliás, isso não é um conselho simplesmente profissional, é um conselho de vida. Se algo vale a pena ser feito na vida, vale a pena ser bem feito. Viva com esse objetivo. Você poderá não ficar rico, mas será feliz. Provavelmente, nada lhe faltará, porque se paga melhor àqueles que fazem o trabalho bem feito do que àqueles que fazem o mínimo necessário.

Se quiser procurar algo, descubra suas habilidades naturais, que permitirão que realize seu trabalho com distinção e o colocarão à frente dos demais. Muitos profissionais odeiam o que fazem porque não se prepararam adequadamente, não estudaram o suficiente, não sabem fazer aquilo que gostam, e aí odeiam o que fazem mal feito.

Sempre fui um perfeccionista. Fiz muitas coisas chatas na vida, mas sempre fiz questão de fazê-las bem feitas. Sou até criticado por isso, porque demoro demais, vivo brigando com quem é incompetente, reescrevo estes artigos umas quarenta vezes para o desespero de meus editores, sou superexigente comigo e com os outros.

Hoje, percebo que foi esse perfeccionismo que me permitiu sobreviver à chatice da vida, que me fez gostar das coisas chatas que tenho de fazer.

Se você não gosta de seu trabalho, tente fazê-lo bem feito. Seja o melhor em sua área, destaque-se pela precisão. Você será aplaudido, valorizado, procurado, e outras portas se abrirão. Começará a ser até criativo, inventando coisa nova, e isso é um raro prazer.

Faça seu trabalho mal feito e você odiará o que faz, odiando a sua empresa, seu patrão, seus colegas, seu país e a si mesmo.

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A Geração “S”

Postado por Flávio Lettieri em Empreendedorismo, Integração, Relações Interpessoais | agosto 31, 2010 | 1 Comentário

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A década de 80 marcou o início da fase moderna do culto ao corpo.

Proliferaram as academias de ginástica e a chamada “Geração Saúde”, com valores e padrões de comportamento contrários à “Geração Hippye” dos anos 60 e 70, passou a ditar as regras do comportamento social.

Essa nova geração era contra as drogas, o tabagismo e o alcoolismo. O culto ao corpo, a preocupação com a beleza, o rejuvenescimento e os cuidados com a saúde ganharam espaço na mídia e, conseqüentemente, na mente das pessoas. A década de 90 foi marcada pelo surgimento de novas dietas, cirurgias plásticas, cosméticos prometendo milagres, e novas técnicas de ginástica. O importante era alcançar o padrão de beleza das atrizes de cinema e modelos.

Enquanto o corpo foi a referência dessa geração, a mente foi o alicerce de um novo modelo de perceber o mundo, a chamada “Geração Y”.

Uma nova geração, que se desenvolveu numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica e que tem como principal característica o estímulo pelas múltiplas e simultâneas tarefas, em uma velocidade que seria considerada simplesmente espantosa pelas gerações anteriores.

Dois quadros que bem ilustram os “Y” são os aparelhos celulares, onde uma das inúmeras funções é fazer e receber chamadas, e a tela do “Windows” com suas múltiplas “janelas” onde diferentes tarefas são processadas ao mesmo tempo.

É interessante notarmos que a Geração Y não se contrapôs ou tentou necessariamente eliminar o modelo da Geração Saúde. Pelo contrário,  houve uma relação de complementariedade, de forma que exercitar a mente não implicou em deixar de cuidar do corpo.

Academias de ginástica e computadores convivem de forma harmônica na vida das pessoas. Bom exemplo disso foi o enorme sucesso do videogame Nintendo Wii, especialmente os jogos Wii Sports e Wii Fitness, em que corpo e tecnologia se integram na experiência lúdica.

É a plena e moderna versão da expressão latina “Mens sana in corpore sano.”

E o que virá pela frente? Qual será a próxima geração? Será ela um contraponto ou um complemento à Geração Y?

Creio que os precursores dessa nova geração já estão em ação, fundamentados por uma forma de ver e, sobretudo, de sentir o mundo que vai se somar ao modelo atual, levando a humanidade a um maior desenvolvimento de suas potencialidades.

Essa geração ainda não tem nome, mas provavelmente será algo como Geração “S”, ou aqueles que integram o corpo e a mente com a espiritualidade (Spirit em inglês).  Saúde, tecnologia e relações humanas em pleno equilíbrio entre si e com o meio ambiente.

O mais curioso é que as pessoas dessa nova geração não são e não serão necessariamente apenas os novos jovens.

Em uma ponta dessa Geração “S” teremos a criança que, desde cedo, aprende a praticar esportes e cuidar da saúde, aprende a valorizar o conhecimento e a sua busca e aprende a compreender o valor das relações harmônicas entre as pessoas entre si e dessas com o planeta.

Na outra ponta teremos os mais velhos, que chegarão a esse mesmo aprendizado e a esse mesmo nível de compreensão das crianças, só que, ao invés da sala de aula, serão instruídos ao longo da vida por suas próprias reflexões sobre as suas experiências.

Na Geração S, a informação continuará sendo valorizada, mas estará sempre subordinada ao conhecimento que, por sua vez, estará subordinado à sabedoria.

As relações hierárquicas farão menos sentido e as pessoas serão reconhecidas mais por suas habilidades e competências do que pelos seus cargos.

A realização pessoal terá mais força do que a busca pelo poder. Assim, os mais jovens e os mais velhos poderão aprender e ensinar-se mutuamente, cada um contribuindo com as suas diferentes experiências e diferentes potencialidades.

O vigor físico dos jovens e a maturidade dos adultos trabalharão lado a lado para a construção de um mundo mais sustentável e de uma sociedade mais ética e justa.

Para a Geração S a espiritualidade será vista como uma forma de manifestação da inteligência e não como uma expressão religiosa. O outro ser humano será visto como um parceiro ou como um companheiro de viagem e não como um concorrente. A competição selvagem perderá espaço para a cooperação.

Isso é utopia, diriam alguns. Isso é impossível, pois o ser humano é mau em sua essência, diriam outros.

Mas, para aqueles que não acreditam no futuro da Geração S eu sugiro que olhem para os lados, afinal ela já existe e pode ser ouvida em muitos lugares.

Ainda como vozes tímidas, é verdade, mas que a cada dia vêm ganhando força e marcando a sua presença para mudar o nosso jeito de ver e viver a vida.

Equilibrar alma, corpo e mente, eis aí um bom desafio…

Um grande abraço.

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Como funciona o Mundo Corporativo

Postado por Adriana Ferri em Desenvolvimento de times, Empreendedorismo, Motivação | agosto 27, 2010 | 1 Comentário

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Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho.
A formiga era produtiva e feliz.
O diretor marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente, a pulga (sua assistente na empresa anterior), para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Já viu esse filme antes ?
Bom trabalho a todas as formigas!!!

“Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha não erra e quem não erra é promovido!”

Autor desconhecido.

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A Filosofia de Sócrates no Mundo Corporativo

Postado por Flávio Lettieri em Empreendedorismo, Liderança, Motivação | agosto 24, 2010 | 3 comentários

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Tudo o que sei é que nada sei. Antes, saber que nada sabe, que pensar que sabe, sem nada saber. Aí consiste a minha sabedoria.” Sócrates – Filósofo Grego – Séc.V a.C.

Competitividade e gestão da informação são duas competências essenciais na vida corporativa. É preciso estar bem informado para ser mais competitivo e ter maior empregabilidade no mercado.

Informação é poder: uma realidade nas relações interpessoais modernas e que transforma jovens, e não tão jovens executivos, em vorazes buscadores da informação, muitas vezes, verdadeiros “dependentes desse consumo”.

Hoje, estar conectado nas mídias sociais não é só uma opção ou escolha, é uma necessidade.

Consequentemente, as pessoas estão mais bem informadas. Porém, isso não significa que estejam mais competentes!

Afinal, entre a informação e o conhecimento existe um enorme abismo, assim como há uma distância significativa entre o conhecimento e a sabedoria.

A crescente complexidade do mercado, fruto do avanço tecnológico e da velocidade da inovação, faz com que as organizações precisem de líderes que sejam mais “sábios” e não apenas mais bem informados.

O líder precisa estar conectado à informação. Sem dúvida. Entretanto, é primordial que esteja conectado consigo mesmo. Em outras palavras, não basta recebermos a informação que vem de fora, é preciso também ouvirmos aquilo que está dentro de nós mesmos.

Sem essa conexão entre o que percebemos e aquilo que temos ou somos, as informações se tornam vazias, sem significado.

Tenho visto executivos gastarem muito tempo para colherem informações, transformá-las em gráficos e belas apresentações em Power Point e usarem tão pouco tempo para refletir sobre o que essas informações realmente significam. Qual o verdadeiro impacto disso sobre a vida das pessoas e da própria organização.

Tenho visto líderes usarem apenas dados matemáticos, gráficos e estatísticas para tomarem suas decisões, acreditando que essas informações, por si só, já os tornam sábios.

Líderes que não têm conseguido dar a dimensão humana à sua gestão porque se baseiam apenas naquilo que vêem e ouvem, sem darem atenção àquilo que sentem e, especialmente, àquilo que os outros sentem.

Pesquisas de opinião são ótimas ferramentas, mas não substituem o relacionamento com o cliente. Pesquisas de clima também são ótimas ferramentas, mas não substituem o diálogo franco, o feedback verdadeiro e o olho no olho com os colaboradores.

Estar bem informado é uma competência essencial, mas ser capaz de enxergar a relevância das informações requer algo a mais: o conhecimento.

Talvez alguns se perguntem: mas, o conhecimento não é fruto da informação? Sim, sem dúvida. Todavia não é uma conseqüência direta.

Para que uma informação se transforme em conhecimento é preciso levá-la para dentro de si mesmo, refletir sobre ela, degustá-la, avaliar seu valor e somá-la àquilo que já temos em nós mesmos.

E isso exige tempo. Um tempo de maturação da idéia. O tempo da diferença entre devorar e sentir o sabor.

Por isso, mais importante do que o volume de informações que temos é a qualidade das informações que processamos. Mais importante do que o tempo que usamos para buscar informação é aquele que reservamos para pensar, refletir sobre essa informação.

É fascinante perceber que essa caminhada para o conhecimento pode nos levar até algo infinitamente maior: A sabedoria e a sua capacidade de nos fazer enxergar os resultados, as pessoas, a organização, a comunidade e o mundo de forma integrada.

Sabedoria: fruto da informação e do conhecimento baseados na reflexão, alicerçados na humildade.

A doce humildade que nunca se confunde com a ignorância. Aquela doce humildade que nos conserva em um estado de eternos aprendizes.

De professos da verdade filosófica de Sócrates: “Tudo que sei, é que nada sei”.

Transformar informação em conhecimento e conhecimento em sabedoria, eis aí um bom desafio…

Um grande abraço.

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Ajudando a minha equipe

Postado por Adriano Nodari em Empreendedorismo, Relações Interpessoais, Trabalho em equipe | agosto 20, 2010 | Deixe seu comentário

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Artigo publicado na Revista Intercâmbio (julho 2010) da Central de Informações de São Paulo (CISP).

Cada vez mais, saber trabalhar em equipe é fundamental para qualquer profissional. Resultados mais rápidos e com maior qualidade requerem divisão de tarefas e profissionais especializados. O consultor Adriano Nodari aborda o assunto nesta página.

Para ele, a pergunta chave em todo esse processo é: “o que depende de mim para que a equipe alcance as metas?” Ele mesmo dá as respostas, listando algumas ações que podem ajudar a sua equipe a chegar aos objetivos:

1- Ajude a criar um ambiente em que as novas idéias estejam sempre presentes nas discussões da equipe. Às vezes, as melhores soluções dos problemas vêem de onde menos esperamos.

2- Use seu networking para ajudar sua equipe. Afinal, pessoas gostam de ajudar pessoas.

3- Respeite os prazos das entregas das suas tarefas, mesmo que outros do grupo não façam o mesmo. Faça a sua parte.

4- Nunca espere que as tarefas sejam divididas entre os membros da equipe com base na quantidade de trabalho, mas, sim, conforme as habilidades e talentos de cada um. Dividir o trabalho em partes iguais é um dos maiores erros de um trabalho em grupo.

5- Monitore se suas ações e tarefas estão convergindo para a(s) meta(s) estabelecida(s).

6- Tenha transparência nas suas atitudes e idéias. Sempre que discordar ou concordar sobre uma idéia ou atitude dentro do grupo se manifeste de maneira clara e assertiva, pois isso fortalecerá as relações.

7- Aprenda a lidar com os conflitos que surgirão. O desafio é tornar o choque de opiniões, a diferença no jeito de trabalhar e de focar nos problemas em um propulsor para o amadurecimento do grupo.

8- Tenha independência na medida certa, porque tanto a falta quanto o exagero podem fazer você ser parte do problema e não da solução.

9- Conheça a diferença entre ser eficiente e ser eficaz. Eficiência é fazer as coisas da maneira certa. Eficácia é fazer as coisas certas. Ambas são importantes; não sacrifique a eficácia por causa da eficiência.

10- E, faça como os empreendedores, que diante de um obstáculo significativo, sempre pensam: o que eu posso fazer para alcançar o meu objetivo?

Portanto, não se esqueça: a responsabilidade também é sua no resultado.

Pense nisso!

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É fácil ser bom entre os bons…

Postado por Flávio Lettieri em Comunicação, Empreendedorismo, Relações Interpessoais | agosto 17, 2010 | 2 comentários

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Uma recente conversa com o meu filho de oito anos me fez refletir bastante sobre as relações humanas e a ética no mundo corporativo.

Existe um garoto na turma dele (vamos chamá-lo aqui de Nicolas) que é o bode expiatório dos outros. E, como sabemos, crianças sabem ser bem cruéis em seus comentários e, se não recebem uma supervisão direta, praticam o “Bullying” com a maior naturalidade.

“Pai, você sabia que o Nicolas toma remédio porque tem problema de cabeça?”, perguntou-me meu filho enquanto almoçávamos. Confesso que a pergunta me pegou de surpresa, deixando-me perplexo e preocupado, sobretudo porque ele estava repetindo algo que ouviu de outra criança que, por sua vez, deve ter ouvido de um adulto.

“Filho, você sabe o que é problema de cabeça?”, perguntei.

“Não. O que é?”

Ao explicar o que estava acontecendo, aproveitei para discutir com ele a gravidade daquilo que os meninos faziam com o Nicolas e o quanto ele deveria sofrer com essas “brincadeiras”.

E fui além: desafiei-o a fazer diferente. A apoiar o Nicolas e a defendê-lo dos abusos.

Nesse momento, fui surpreendido novamente e me dei conta do quanto “é difícil ser bom quando o mundo insiste em ser mau”.

Continue lendo “É fácil ser bom entre os bons…”

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