Você sabe o que é competência?
Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Inovação, Pró-atividade | fevereiro 3, 2012 | Deixe seu comentário
Uma dica importante é não ficar preso apenas àquilo em que você é bom; vá mais longe e assuma desafios.
O termo competência, na esfera da gestão em RH, surgiu na de cada de 1970, ampliou-se nos anos oitenta e passou a fazer parte cotidiana do jargão corporativo em meados de 1990.
Embora sujeito a diferentes abordagens e teorizações (o que dificulta uma definição plenamente aceita), é importante compreender que o conceito de competência (como de fato acontece com todos os conceitos) difere da palavra competência tomada em seu sentido cotidiano, fora do ambiente corporativo.
No cotidiano, utiliza-se a palavra competência associada à capacidade de resolver problemas, aptidão e habilidade. Estas atribuições dão conta apenas de uma atitude reativa e não contemplam a característica proativa, e mais abrangente, que o conceito assume no ambiente de negócios.
Para o sociólogo francês Philippe Zarifian, competência é “tomar a iniciativa e assumir a responsabilidade diante das situações profissionais com as quais nos deparamos. Consiste em um entendimento prático de situações, que se apoia em conhecimentos adquiridos e os transforma à medida que aumenta a diversidade de situações”.
Esta conceituação de Zarifian é fundamental na distinção entre o caráter reativo das associações feitas à palavra competência e o caráter proativo do conceito de competência tal qual é utilizado no universo corporativo.
Assim, competência engloba habilidade, mas não se restringe a ela, ultrapassando a mera questão técnica de capacidade de operacionalização. Da mesma maneira, competência engloba atitude, mas não se restringe a ela, pois competência pressupõe ação adequada e não simplesmente ação!
Competência pressupõe uma ação que agregue valor diante de novas situações.
Assim, podemos compreender a composição do conceito de competência, através de critérios objetivamente mensuráveis, como o exercício proativo e simultâneo de:
1. Saber conceitualmente (qualificação) – conhecimento
2. Saber fazer (experiência funcional) – habilidade
3. Saber agir (capacidade de obter resultados) – atitude
Portanto, competência pode ser entendida como uma ação fundamentada e assertiva frente a novos desafios! Esta ação dever agregar valor econômico para a organização e social para o indivíduo. Competência é um potencial disponível para enfrentar os desafios futuros.
Dentro do universo de negócios, o conjunto das competências desejadas deve estar alinhado com a estratégia adotada, o que explica que além de alguma competência em comum, cada segmento de negócios demandará por competências específicas, assim como cada organização, em função da sua estratégia. O conceito pressupõe produtividade e adequação a cada realidade de negócios.
Competência é a qualidade de ser adequado e bem qualificado física e/ou intelectualmente frente a desafios. É a capacidade de tomar decisões bem informadas e coerentes. Contempla grupos de habilidades, atitudes e conhecimentos necessários para a realização eficaz de tarefas. Refere-se a ações e comportamentos identificados pelas lideranças como efetivas contribuições na implementação da mudança; estes comportamentos são necessários para um desempenho satisfatório ou excelente em qualquer desafio profissional.
Contudo, evite as armadilhas da competência. Não fique preso apenas àquilo em que você é bom; vá mais longe e assuma desafios. A atitude de ampliar continuamente suas competências será sempre a maior de todas elas.
Artigo de Carlos Hilsdorf
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Escolhas de uma Vida
Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Motivação, Resultados | janeiro 31, 2012 | Deixe seu comentário
“Nós somos a soma das nossas decisões.” Woody Allen
Prezados leitores, recebi esse texto e achei maravilhoso, sobretudo por sua sensibilidade.
Infelizmente não sei o(a) autor(a), a quem gostaria de dar o muito merecido crédito e pedir desculpas pelas humildes e pequenas modificações que realizei no texto, sem, todavia, alterar o seu conteúdo e o seu encanto originais…
‘Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.
Não é tarefa fácil…
No momento em que se escolhe ser médico, está se abrindo mão de ser piloto de avião.
Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a Arquitetura…
No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances.
Até que chega um momento em que é preciso escolher entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou manter um relacionamento com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades…
As duas opões: “Viver sem laços” e “Viver com laços” têm seus prós e seus contras.
Posso escolher beber até cair e posso escolher virar vegetariano e budista. Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a ser pago em cada uma delas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses: ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana. Ter filhos quando se está bem disposto e não tê-los quando se está cansado.
Por isso, é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos.
Nossas escolhas podem ser mais racionais ou mais intuitivas, mas, sobretudo, elas precisam refletir o que somos.
Sempre podemos reavaliar decisões e trocar de caminho, afinal ninguém precisa ser o mesmo para sempre.
Mas, uma dose de sabedoria nos diria que essas mudanças de rota devem vir para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho já percorrido.
A estrada é longa. O tempo é curto.
Não precisamos deixar de fazer nada que tenhamos vontade, desde que tenhamos responsabilidade e maturidade para arcar com as consequências destas ações.
Nossas escolhas têm 50% de chance de dar certo, mas também 50% de chance de dar errado, portanto…
A escolha é sua…!’
Um carinhoso abraço.
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10 Dicas para conseguir aquele emprego em 2012
Postado por Adriana Ferri em Empreendedorismo, Inovação, Motivação | janeiro 27, 2012 | Deixe seu comentário
Saiba como ser bem-sucedido na procura por vagas, na escolha da área de atuação e na entrevista de emprego.
As perspectivas para entrar no mercado de trabalho este ano tendem a ser positivas. De acordo com expectativas, ao longo do ano serão criados em torno de 2,5 milhões de novas oportunidades no Brasil.
Mas como ter sucesso e ser contratado? Onde procurar as vagas? Como agir em processos seletivos? Como identificar uma boa área de atuação? Para responder essas e diversas outras perguntas feitas normalmente por quem está desempregado, o diretor de Operações da Human Brasil, Fernando Montero da Costa, listou 10 dicas para se conseguir emprego em 2012. Confira:
1) Informe-se a respeito das oportunidades: de repente, o emprego que você procura não está tão à vista quanto parece. Pesquise sites de empresas, sites de emprego, anúncios, etc., para poder contar com um campo de busca mais amplo.
2) Invista no seu networking: seja ele pessoal, de amigos, profissional… As redes sociais, como Linkedin e Facebook, dentre outras, têm servido como um bom canal por empresas para localizar candidatos em busca de vagas de emprego.
3) Cuide de sua aparência: ela faz diferença na busca de emprego. Na dúvida, procure ser mais formal do que informal, porque boa parte das empresas valoriza este quesito. Afinal, uma vez contratado, você estará representando a imagem da empresa.
4) Antes de começar a procurar, identifique suas preferências: procure se identificar com aquilo que mais tem a ver com você. Trabalhar fazendo aquilo que não gosta vai te fazer infeliz e, se o selecionador perceber isso na entrevista, certamente você não será o escolhido para a vaga.
5) Valorize sua formação escolar: isso conta ponto na hora da entrevista, especialmente se você tiver feito curso técnico. O mercado ainda continua favorável para especialistas e isso pode ser um diferencial para você frente a outros candidatos.
6) Venda bem suas habilidades e competências: primeiro dizendo ao selecionador no que você é realmente bom. Depois, relatando experiências profissionais que o destacaram e o fizeram bem sucedido em outros empregos.
7) Selecione boas fontes de referência pessoais/profissionais: é sempre bom ter como “carta na manga” os nomes e dados de contatos de referências a seu respeito, pois os selecionadores usam isso como prática em contratações.
8) Seja autêntico: não oculte ou minta sobre eventuais fraquezas profissionais. Enfatize, sim, seus pontos fortes e, se o selecionador tocar em algum ponto fraco profissional seu, diga que você buscará melhorar ou terá como meta se aprofundar mais na habilidade requerida uma vez contratado. E assim o faça.
9) Esteja bem atento ao diálogo com o entrevistador: procure não se dispersar durante a entrevista de emprego. Desligue o seu celular, procure demonstrar tranquilidade e segurança e, principalmente, responda às perguntas que o entrevistador te fizer de forma clara e objetiva, sem rodeios.
10) Persista: o emprego dos seus sonhos pode não estar tão visível ou fácil de encontrar. Preencha fichas de emprego, cadastre-se pela internet e/ou em redes sociais, atenda às chamadas de entrevistas e facilite a vida do selecionador, encaixando o quanto antes em sua agenda o compromisso da entrevista. Não se deixe abater pelos obstáculos da concorrência ou pelo desânimo de alguma tentativa que não deu certo. Costumamos na vida dar muito mais valor àquilo que conquistamos com muita garra e vontade de vencer.
Fonte: Site Administradores.com
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E 2012 começou…
Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Motivação, Relações Interpessoais | janeiro 24, 2012 | 4 comentários
Esse país “Gigante pela própria natureza acostumado a ouvir brados retumbantes de seu povo heróico”, começou bem o ano de 2012.
Enquanto a Europa se mobiliza para tentar conter a crise econômica e ministros caem no Brasil, em virtude de seguidas denúncias de corrupção, brasileiros e brasileiras se mantinham atentos a dois grandes importantes assuntos de interesse nacional.
O primeiro deles, retratado pelo excelente Programa Cultural Big Brother Brasil – BBB, foi um estupro, negado pelos 2 protagonistas da história. Ou seja, na manhã seguinte ao suposto fato, milhões de pessoas discutiam e manifestavam suas opiniões sobre um episódio negado pelos próprios autores.
O segundo foi a viagem da Luiza para o Canadá. Ou melhor, o bordão “Menos a Luiza, que está no Canadá”, que circulou na boca, e nos computadores, do povo a partir de um comercial de TV.
Movido por uma imensa esperança, peço que, caso algum dos nossos ilustres leitores tenha passado esse início de ano sem sequer ter ouvido falar desses dois assuntos, por favor que se manifeste e nos conte o seu segredo.
Conte-nos como pôde se manter tão alienado de tão importantes fatos.
Ah, meus amigos, o pior é que a maioria das pessoas pensa que esses fatos são independentes, e não se dá conta do quanto existe em comum em tudo isso.
As referidas cenas do BBB só foram transmitidas pelo sistema Pay per View e aconteceram na madrugada, enquanto os brasileiros dormiam em seus berços esplêndidos. Tudo se popularizou mesmo, em uma velocidade vertiginosa, pelas redes sociais.
As mesmas redes sociais que transformaram, em pouquíssimo tempo, a desconhecida Luiza em uma celebridade nacional.
Seriam, então, as redes sociais as grandes vilãs nessas histórias? É claro que não. Pensar que a culpa é sempre “do sistema” é tirar das pessoas a responsabilidade por suas escolhas.
Com um clique no controle, nós escolhemos o programa que vamos assistir. Somos nós que escolhemos os conteúdos de acesso na Internet.
Simplesmente encontrar um vilão para jogar a culpa não vai resolver o caso. É preciso entender onde está, de fato, o problema.
Enquanto as pessoas não se derem conta de que é muito melhor e muito mais importante encontrar significado (e conteúdo) para as suas vidas do que viver a vida dos personagens do Big Brother, a audiência da telinha ( que é bem “inha” mesmo) vai se manter em alta.
As mesmas redes sociais que te permitem encontrar informações, manter redes de contatos e, por que não, ter momentos de descontração, são as mesmas que incitam às banalidades, às fofocas, às futilidades e até manifestações de uma insana vaidade que apenas mascara a insegurança, traduzidas em fotos montadas (por vezes no Fotoshop) para se projetar uma imagem irreal, mas idealizada de si mesmo.
Nós escolhemos como usar as redes sociais.
Por isso, assim como Martin Luther King, eu também tenho um sonho:
Sonho que, em um breve futuro, nós, brasileiros, passemos a um outro nível de consciência. Que passemos a um estado de crítica e reflexão capaz de nos mostrar que podemos e devemos sair da condição de meros, e por vezes, boçais espectadores, para uma condição de protagonistas do destino.
Que passemos a dar valor às coisas e aos fatos não pelo seu nível de bobeira, para não dizer imbecilidade, mas pelo quanto cada coisa contribui para um mundo melhor.
Sonho com o dia em que estaremos tão mais atentos e mais sensíveis às dificuldades dos outros e tão mais preocupados em ajudar às pessoas a crescerem que não teremos tempo e, tampouco, interesse em ficarmos grudados na telinha assistindo os BBBs, curiosos com as relações banalizadas de afetividade e sexualidade das outras pessoas.
Talvez alguém mais pé no chão, ou menos sonhador, venha me questionar se isso é possível. Venha me dizer que isso esteja muito distante na linha do tempo.
Se isso acontecer, não posso dizer que esse alguém esteja errado.
Mas posso sonhar e acreditar que a elevação de nossas consciências e de nossas compreensões da vida não são processos individuais e isolados. Ao contrário, quando um ser humano cresce, toda a humanidade cresce.
Por isso, continuarei sonhando, mas com os olhos bem abertos, para que eu ainda seja capaz de jogar cada vez mais sementes…
Vamos juntos???
Um forte e carinhoso abraço.
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Dia da Gentileza
Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Inovação, Resultados | janeiro 20, 2012 | 1 Comentário
Bom dia e um ótimo ano a todos vocês, queridos leitores, que acompanham regularmente o nosso blog. Começamos mais um ano de publicações, nosso 4º ano, e queremos contar com a sua ajuda para construir um blog cada vez mais interessante e interativo. Por isso, pedimos que nos enviem no email sommablog@sommaonline.com.br sugestões de textos, vídeos e assuntos que gostariam que fossem tratados neste espaço. Para começarmos, selecionamos um vídeo que recebemos da nossa amiga e leitora Rosana G., ela já contribuiu com outras publicações e achamos este vídeo uma ótima opção para iniciarmos de ano, pois ele mostra como a uma pequena e simples gentileza pode gerar mais gentileza, formando uma grande e incrível corrente do bem.
Um grande abraço a todos!
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A Força do Hábito
Postado por Flávio Lettieri em Comprometimento, Motivação, Pró-atividade | dezembro 20, 2011 | 2 comentários
“Somos o que fazemos repetidamente. Por isso, o mérito não está nas ações e sim nos hábitos.” Aristóteles
João estava muito feliz com aquela nova experiência. Foi, com alguns amigos, participar de uma distribuição de agasalhos para os moradores de rua.
“Foi uma coisa muito legal, ver a gratidão nos olhos daquelas pessoas”, disse ele ao chegar em casa.
Há poucas quadras dali, Pedro desligava o telefone sorrindo para si mesmo. Estava muito satisfeito com a quantidade de clientes contatados naquele dia. Normalmente fazia vinte contatos diários, mas naquele dia tinha feito trinta e cinco. Era quase o dobro da média.
“De fato, o chefe tinha razão. É mesmo possível fazer mais de trinta contatos por dia”, pensava ele.
Do outro lado da cidade, Joaquim saia de uma floricultura. Em suas mãos um lindo buquê de rosas vermelhas. Certamente Ana, sua mulher, adoraria a surpresa, afinal aquela não era uma data especial, era apenas mais um dia comum.
“Dar presentes inesperados deixa toda mulher feliz”, pensava satisfeito e imaginando os abraços e beijos da esposa.
Bem próximo da floricultura, José mudou o seu caminho de sempre e entrou em uma casa de oração.
Não sei ao certo se era uma igreja católica, uma igreja evangélica, um centro espírita, um terreiro de umbanda, um templo budista ou ainda algum outro lugar sagrado onde se pode falar com o Criador, nos momentos em que estamos com o coração aberto.
As coisas andavam difíceis para o José. As dificuldades no emprego o levavam ao boteco, o boteco à bebida, que, por sua vez, levava aos conflitos com a mulher, o que, cada vez mais, deixava seu peito angustiado.
Fazia muito tempo que não falava com Deus, mas naquele momento de dor, a quem mais ele podia recorrer?
Por isso entrou, chorou, fez as suas orações e saiu com o coração mais aliviado.
“Ah, eu preciso dar um jeito na minha vida. Preciso mudar. Chega de sofrer e de fazer os outros sofrerem”, pensava ele em sua caminhada ainda cambaleante e sem um destino certo.
O João, aquele da distribuição dos agasalhos, sempre dizia que precisava fazer aquilo de novo. Mas, nunca foi.
O Pedro, até manteve um bom número de contatos nos primeiros dias, mas, nas primeiras dificuldades, voltou a um resultado medíocre. “Também, que motivação eu tenho para fazer um trabalho melhor? O patrão continua pagando mal”, justificava para si mesmo, até o dia em que perdeu o emprego e saiu xingando todo mundo.
A Ana, mulher do Joaquim, realmente adorou as rosas. Que pena que aquela foi a primeira e última vez que o marido fizera uma surpresa para ela.
Boas ações aumentam a expectativa e a esperança das pessoas, mas, se não forem alimentadas, viram frustrações.
Por isso, não adianta fazer coisas boas só de vez em quando. É preciso criar hábitos saudáveis. São eles que promovem as verdadeiras mudanças.
Talvez você esteja se perguntando: o que aconteceu com o José?
No dia seguinte, na volta para casa, mais uma vez ele evitou aquele caminho habitual que passava na frente do boteco. E, apesar das dificuldades e do desejo, não bebeu nenhuma gota de álcool. A sua vontade de melhorar foi maior que o seu desejo de beber.
Entrou novamente na casa de oração, mas dessa vez, apenas para agradecer.
No outro dia, aconteceu a mesma coisa. E o mesmo nos dias seguintes.
José se habituou a fazer o outro caminho. Aquele que passava longe do boteco.
Após três meses sua vida estava transformada.
Um ano depois, fora promovido no trabalho e sua mulher, Maria, estava grávida de um menino. Por gosto da esposa, ele também se chamaria José.
Apenas não ia mais com tanta frequência àquela casa de oração, apesar da profunda gratidão que sentia.
Ele aprendera a fortalecer o seu templo interior e a agradecer àquela Força Maior que o ajudara a transformar sua vida em um conjunto de hábitos saudáveis.
Dentre as pequenas e constantes coisas boas que fazia, regularmente levava alimentos para os moradores de rua.
No trabalho fazia de tudo para superar as metas. Ele estava no lugar do Pedro, todavia fazendo quarenta contatos diários com clientes.
Talvez alguns pensem que a diferença entre o José e os demais tenha sido a religiosidade. Talvez isso o tenha ajudado, mas a grande diferença foi a disciplina para criar o hábito de um novo caminho.
Talvez alguns se perguntem se, assim como o Joaquim, alguma vez ele também comprou flores para a mulher.
Ah, as flores…
“Eu me sinto mesmo uma mulher muito amada”, pensava Maria ao olhar para mais um lindo buquê de rosas vermelhas que recebera de José.
E essas rosas tinham uma razão bastante especial. Era para celebrar a chegada do filho ao mundo.
Esperamos que essas reflexões possam inspirar os queridos leitores do nosso Sommablog a criarem novos bons hábitos para o ano que se inicia.
Um ótimo Natal e um abraço muito carinhoso de toda a Equipe Somma.
* Retornaremos nossas publicações no dia 20/01/12.
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