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Por que o fim da corrupção no Brasil começa no seu trabalho?

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Liderança, Resultados | junho 13, 2017 | Deixe seu comentário

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Cansado de ouvir falar em esquemas, desvios e subornos? Acredite: você tem o poder de disseminar a ética no país, a começar pelo seu ambiente de trabalho

Assombrado quase diariamente por escândalos de corrupção envolvendo empresas e governos, o brasileiro corre o risco (compreensível) de acreditar que o desrespeito generalizado à lei é um problema insolúvel. Não é.

E tem mais: cada indivíduo pode contribuir para disseminar práticas éticas no país, a começar pelo seu próprio ambiente de trabalho, diz Mercedes Stinco, diretora de auditoria da Natura e coordenadora da Comissão de Gerenciamento de Riscos do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa).

É claro que, para que a semente da corrupção não germine e dê frutos, a empresa precisa fazer a sua parte. Daí a necessidade de políticas definidas e executadas pelo departamento de compliance — que, não à toa, virou uma das carreiras mais quentes do momento no Brasil.

No entanto, explica Stinco, o movimento não deve vir apenas de cima para baixo, mas também de baixo para cima. Devidamente amparadas por medidas institucionais, as pessoas que compõem uma organização também podem (e devem) colaborar.

“Uma andorinha só não faz verão, ou seja, um funcionário sozinho não vai conseguir resolver os problemas éticos de uma empresa sem ter por trás uma estrutura”, diz ela. Mesmo assim, cada um pode sim afetar o sistema com pequenas atitudes.

Afinal, a corrupção não existe sem pessoas, sejam elas corruptas ou corruptoras. Com um detalhe fundamental, que proíbe falsos moralismos: não se trata de um comportamento isolado de alguns “vilões”, mas sim de um traço da cultura brasileira, afirma João Marques Fonseca, presidente da consultoria em mobilidade global EMDOC.

“Vejo muitos profissionais brasileiros destruírem suas carreiras internacionais justamente por essa questão cultural, pelo hábito de tirar vantagem nas pequenas coisas”, diz ele. “O que é prática comum aqui não é aceito lá fora”. Ele diz que não é incomum encontrar executivos nascidos aqui envolvidos em problemas jurídicos no exterior por “pura estupidez”.

Mentalidade, cultura, visão de mundo — a única maneira de você alterar isso “sozinho” é incorporar atitudes éticas no cotidiano, de forma reiterada e insistente, para que se transformem em exemplo para os demais.

“O chefe, em particular, precisa ser um modelo para seus liderados”, diz Fonseca. Isso porque a postura moral do líder costuma ser espelhada pela equipe: se ele for correto, essa atitude tende a se multiplicar; assim como o seu exato oposto.

Além de dar o exemplo, o gestor precisa cobrar diretamente comportamentos éticos dos seus funcionários. Não se trata de vigilância ou patrulha, explica o presidente da EMDOC, mas da criação de um ciclo virtuoso de integridade.

Quando um liderado cometer um desvio dessa natureza, a punição precisa ser imediata. A reação do chefe à corrupção de um liderado costuma ditar se ela continuará sendo praticada no futuro por ele próprio e também pelos demais.

Pequenas ações, grandes resultados

E se você não for chefe? Stinco garante que ações de impacto podem partir de profissionais de qualquer nível hierárquico.

Do estagiário ao CEO, todo mundo pode abandonar uma empresa que não respeita a lei, por exemplo. É a resposta mais radical à corrupção no meio corporativo — bem mais difícil de implementar em tempos de crise e desemprego —mas, ainda assim, possível.

“Se você consegue perceber a tempo que existem coisas estranhas acontecendo na sua empresa, saia o quanto antes, se for possível”, recomenda ele. “Às vezes é melhor partir para um emprego com salário mais baixo do que correr o risco de manchar a sua reputação profissional por ter uma empresa com nome estigmatizado no currículo”.

O seu empregador respeita as leis? “Se a resposta for negativa e você não pode ou não quer buscar um novo emprego, busque evidências concretas e faça algo para mudar o que está errado”, recomenda Stinco.

Mais uma vez, é preciso que a empresa compareça com a parte que lhe cabe: a existência de canais de denúncia anônima é indispensável para que um funcionário possa chamar a atenção para ilegalidades de forma segura e eficiente.

Stinco também diz que o funcionário pode exigir mais treinamentos e materiais sobre combate à corrupção na empresa. Se esses recursos não existirem ou forem insuficientes, também é importante se engajar diretamente na sua elaboração. “Os melhores manuais de conduta sempre são aqueles formulados por várias mãos”, explica a coordenadora do IBGC.

O crime não compensa — nem o mais “inocente” deles

Muita gente esquece que os malfeitos não ocorrem apenas nos contratos com governos e agentes públicos, como o brasileiro se acostumou a ver nos noticiários. A corrupção está presente em toda forma de desrespeito à legislação, seja ela ambiental, trabalhista, tributária ou de qualquer outra natureza.

Essa constatação abre caminho para uma conclusão importante, diz o presidente da EMDOC: profissionais de qualquer área ou cargo estão todos os dias diante de uma escolha moral.

Um operador da área de compras, por exemplo, está contribuindo para a ética no país quando não aceita uma fatura maquiada feita por um fornecedor.

Um analista de RH está agindo de forma cidadã quando não faz vistas grossas a um atestado médico falso entregue por um funcionário.

Um gerente está ajudando a combater a impunidade quando denuncia não apenas o assédio moral que praticam contra ele, mas também contra o estagiário.

Qualquer profissional está construindo um país mais sério quando não bate o ponto e sai para dar uma volta.

“Cada um de nós precisa se perguntar: essa ‘vantagenzinha’ realmente vale a pena? Será que esses pequenos crimes vão mesmo melhorar a minha vida? Se você parar para pensar, vai perceber que não”, diz Fonseca. Ser sincero e assumir responsabilidades é muito mais saudável para a sua carreira, para o seu empregador e para o país.

Por Claudia Gasparini

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6 fatores que influenciam o clima da sua equipe

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Liderança, Resultados | maio 25, 2017 | Deixe seu comentário

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 Clima não é um termo “sem forma” e possui seis fatores-chave

Uma pesquisa realizada no que hoje é o atual escritório de Boston do Hay Group (consultoria global em gestão de negócios) identificou a existência de seis fatores-chave que influenciam o ambiente de trabalho em uma empresa.

Essa pesquisa visou identificar diferentes estilos de liderança e procurou obter uma visão detalhada do vínculo entre clima e desempenho, relacionando-os aos níveis de inteligência emocional que os líderes desses grupos apresentavam. Ela avaliou a influência imediata de cada líder em relação ao seu clima.

Primeiramente definido pelos psicólogos George Litwin e Richard Stringer, e posteriormente aprimorado por David McClelland e uma equipe de colegas, clima não é um termo “sem forma” e possui seis fatores-chave.

1. Flexibilidade – o quão livres os funcionários se sentem para inovar sem serem impedidos por alguma burocracia;

2. A sensação de responsabilidade com a organização;

3. O nível dos padrões que as pessoas adotam;

4. A sensação de precisão sobre o feedback de desempenho e sobre a adequação das recompensas;

5. A clareza das pessoas sobre a missão e sobre os valores da empresa;

6. O nível de compromisso com um propósito comum.

Ao examinarem o impacto que o clima do grupo gera nos resultados financeiros, descobriram que existe uma relação direta entre ambos. Os líderes que criavam ambientes onde o clima era considerado positivo tinham, expressivamente, resultados melhores do que aqueles que afetavam o clima de forma negativa.

Isso não significa que o clima da organização seja o único fator de propulsão do desempenho, mas sim, que é importante para os líderes estarem atentos em como estão tratando cada um desses fatores, pois o clima é responsável por quase um terço dos resultados.

Ao não se atentar para isso a organização estaria, no mínimo, deixando de ganhar.

Por Felipe Freitas
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Treine o seu carisma

Postado por Adriana Ferri em Comunicação, Estratégia, Resultados | abril 19, 2017 | Deixe seu comentário

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Charme e crença pessoal são inatos para alguns, mas, acredite, todos os empresários podem desenvolver o seu carisma para conquistar e atrair novos clientes

O que os empreendedores Oprah Winfrey, Richard Branson e Elon Musk têm em comum? Além de seu enorme patrimônio líquido, todos eles são altamente carismáticos. Mas o que exatamente é carisma?

O carismático pode contagiar os outros com seu próprio entusiasmo. Eles nos convencem, não só de sua autoconfiança, mas também nos fazem sentir mais confiantes em nós mesmos. Como empresário, o carisma é uma fórmula vencedora para a sua marca pessoal. Se você tem carisma, anjos investidores, potenciais clientes e a imprensa vão acreditar no seu potencial e estarão mais propensos a investir em seu negócio.

Há uma crença popular de que o carisma é uma qualidade inata. Na verdade, um especialista no assunto, Richard Wiseman, estimou que o carisma é 50% inato e 50% aprendido. Isso significa que qualquer pessoa pode reforçar seu carisma para atingir seus objetivos profissionais e pessoais.

Mas, para começar a trabalhar nosso carisma, precisamos nos conhecer melhor. Abaixo listaremos alguns comportamentos para você auto avaliar seu comportamento numa reunião:

  • Quebrar o contato olho no olho – pode denotar nervosismo ou desinteresse.
  • Balançar demais a cabeça – assentir repetidamente dilui o impacto da mensagem e geralmente implica em nervosismo ou falsidade. Se você concorda com o que está sendo dito, acene uma vez e então permaneça quieto.
  • Cruzar os braços – pode parecer postura defensiva.
  • Sorrir demais – isto pode causar incômodo e faz com que o outro questione o seu entusiasmo. O melhor é ter um sorriso sincero (especialmente na primeira reunião).
  • Olhar para o celular ou relógio – sugere impaciência ou desinteresse.

Ao aumentar a sua consciência de alguns comportamentais você passará a ter mais credibilidade e sinceridade.

Como os empresários muitas vezes precisam lançar ideias e propostas como parte de seu trabalho, eles, invariavelmente, conhecem novas pessoas o tempo todo. Muitas vezes isso envolve a tentativa de forçar relacionamentos eficazes em um período curto de tempo.

A maneira como você imagina uma situação antes dela acontecer pode ter uma influência sobre seus níveis de carisma naquele dia. Se você se convencer de que uma reunião será desconfortável isso será inconscientemente refletido em sua linguagem corporal, o que diminuirá a atração dos outros para você.

Em vez disso, imaginar eventos ou reuniões com o objetivo de aprender mais sobre os outros e colocá-los à vontade, isso pode ter um efeito positivo no resultado de cada encontro. Ouvindo ativamente a outra pessoa, não só diminui a pressão sobre si mesmo, mas você também cria um vínculo mais profundo.

Pessoas carismáticas muitas vezes, propositadamente, tocam uma pessoa no ombro ou no braço, enquanto eles estão apresentado pontos específicos. Isso ajuda a controlar a conversa e faz com que a outra pessoa se sinta à vontade. Porém, esta ação deve ser feita com cautela. Algumas pessoas não gostam de serem tocadas, neste caso use sua discrição e ajuste sua abordagem de acordo com cada um.

Aperto de mão, contato visual e uma postura de corpo mais receptiva representam maneiras sinceras de mostrar autoridade, proximidade e confiabilidade. Você pode transmitir essas primeiras impressões de várias formas antes de entrar no conteúdo ou discussão. Assim você vai demonstrar:

  • Autenticidade – ter um interesse genuíno em pessoas, fazer perguntas, ouvir as suas necessidades e preocupações. Lembre-se de seus nomes e detalhes sobre as conversas.
  • Clareza – articular bem as palavras, usar pausas, metáforas, histórias e anedotas para criar um componente visual (em outras palavras, faça-se fácil de seguir e entender).
  • Convicção – fale apaixonadamente e acredite no que você diz.
  • Humor – divirta-se durante as conversas, sorria e, quando apropriado, se solte.

Todas estas sugestões podem ser postas em prática muito rapidamente. No entanto, é importante progredir lentamente em cada situação, permitindo um ensaio e refinamento do carisma de pequenas formas. Isso significa que o processo não só se torna muito menos assustador, mas também torna-se naturalmente uma parte integrada do seu comportamento no dia a dia.

Por Richard Wiseman – psicoterapeuta e fundador da Pinnacle Therapy

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Diversidade: a essência das equipes de sucesso

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Desenvolvimento de times, Liderança | março 29, 2017 | Deixe seu comentário

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11-site-proton-reuniao-diversidade-6-pessoasAlgumas questões me mobilizam a explorar o potencial das equipes em diversos níveis hierárquicos em organizações com culturas ímpares e de diversidade.

O que possui uma equipe de alto desempenho?

O que faz uma equipe possuir estratégias eficazes e outras não?

O que faz uma equipe criar, inovar e alcançar resultados surpreendentes e outras não?

A primeira resposta surge com a palavra diversidade, oriunda do latim, diversitate, que significa variedade, diferença, dissemelhança, oposição e contradição. Peter Drucker, o guru da Administração dizia: “A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”. Nas organizações contemporâneas, diversidade pode ser considerada matéria-prima essencial para as equipes multidisciplinares e multifuncionais de alto desempenho criarem um futuro brilhante.

Uma equipe se forma quando dois ou mais indivíduos interdependentes e em interação se juntam visando à obtenção de um determinado objetivo. Há décadas Henry Ford dizia: “Se duas pessoas pensam sempre exatamente iguais num time, uma delas é desnecessária”.

Portanto, as Equipes Rumo ao Topo são formadas por indivíduos com conhecimentos, perfis comportamentais e expectativas das mais variadas e, principalmente, possuem um Líder Aprendiz.

O Líder Aprendiz é aquele que prioriza o aprendizado individual e o desenvolvimento contínuo da equipe para o alcance das metas estratégicas. Para isso, é imprescindível que ele tenha flexibilidade para atuar com a liderança situacional, ou seja, atuar com o estilo necessário de acordo com o momento da equipe e do estágio de desenvolvimento de cada membro.

O Líder Aprendiz pode ter muitos estilos, alguns deles são:

  • Diretivo – que dá a direção dizendo o que fazer.
  • Treinador – que desenvolve as pessoas para o futuro.
  • Mobilizador – que mobiliza pessoas em direção à visão.
  • Afiliativo – que cria harmonia para curar rixas de times e motiva em momentos de estresse.
  • Democrático – que cria colaboração para conseguir consenso.
  • Apoiador – que serve como apoio e estímulo.
  • Gerente – que gerencia operações, planos, atividades e soluciona problemas.

Enfim, a sacada para o líder alcançar os resultados com a diversidade é atuar com variedade e resiliência.

Uma equipe representa o todo, o total dos membros. Para se chegar ao objetivo da equipe como um todo existe a necessidade de enxergar as partes, ou seja, cada membro o seu papel.

Uma característica fundamental do Líder Aprendiz é saber fazer perguntas poderosas para aprender a lidar com o funcionamento complexo da equipe e das partes, ou seja, estimular os membros a lidar com a diversidade, utilizando a intuição, a criatividade, o conhecimento e o talento individual para o desenvolvimento como equipe.

Quero sugerir 10 perguntas que despertam a responsabilidade e que podem ser utilizadas pelo líder e compartilhadas com os membros da equipe:

1. Quais Os Resultados Esperados?

É imprescindível definir de forma específica as metas a serem alcançadas como equipe e individuais. Esta pergunta pode ser utilizada no início de um projeto, ou até mesmo, na delegação de uma tarefa.

2. Quais As Ações?

As Equipes Rumo ao Topo mantêm o foco no plano de ação e no monitoramento sistemático para o alcance dos resultados. Esta pergunta é utilizada para mobilizar os membros da equipe a fazerem as coisas acontecerem utilizando a diversidade existente na equipe. O segredo para aprender a lidar com a diversidade está no agir.

3. Qual o Próximo Passo?

É muito comum nas reuniões e nos bate-papos informais surgirem ótimas idéias e soluções, porém, se não colocadas em prática não passarão de idealizações. Os líderes de alto desempenho utilizam constantemente esta pergunta para mobilizar a equipe a entrar em ação imediatamente com o foco em resultados. Esta é uma forma de fazer a equipe manter os pés no chão.

4. O Que Vai Gerar Mais Impacto Positivo?

Os membros de uma equipe tendem a tomar as decisões com base nas opiniões e ganho pessoal devido à diversidade de talentos, experiências e crenças. Porém, os membros de uma Equipe Rumo ao Topo tomam as decisões com base no que vai gerar mais impacto positivo para a equipe alcançar os resultados esperados. Esta pergunta quando utilizada em meio a diversidade, contribui para a tomada de decisões rápidas e eficazes.

5. Esta Ação Vai Nos Levar Mais Perto ou Mais Longe da Meta?

O líder tem papel fundamental no engajamento da equipe para o alcance dos resultados. Ao invés do líder dizer aos membros da equipe se o que estão fazendo é certo ou errado, ele pode utilizar esta pergunta, que traz a equipe para o foco e estimula a responsabilidade individual pelos resultados. Em momentos de feedback, esta pergunta pode ser bem interessante.

6. O Que Impede?

São comuns alguns membros da equipe dizerem: “É complicado, é difícil, não dá para fazer, a empresa isso, a empresa aquilo…”. Neste momento, o líder pode utilizar esta pergunta para gerar reflexão, ouvir do indivíduo a verdadeira dificuldade e se livrar das desculpas sem fundamento.

7. Esta é Uma Oportunidade de Desenvolver O Quê?

Esta pergunta é utilizada quando o membro da equipe trás uma dificuldade, algum problema ou, até mesmo, desculpas. O objetivo desta pergunta é gerar desenvolvimento e utilizar a diversidade como oportunidade de crescimento.

8. O Que Podemos Aprender Com Isso?

Na teoria lidar com a diversidade pode parecer simples, mas na prática é outro papo. No entanto, quando os membros da equipe utilizam esta pergunta, acontece o fenômeno chamado aprendizado. A melhor forma de uma equipe lidar com a diversidade é aprender constantemente com ela, afinal de contas, não existe nenhuma forma de controlá-la e sim aprender com ela.

9. Qual a Solução?

Nas Equipes Rumo ao Topo o problema só serve como oportunidade de descobrir uma solução. O líder tem papel fundamental no condicionamento da equipe para a solução de problemas e criação de possibilidades. Ao invés do líder dar as soluções, esta pergunta pode ser utilizada para que a equipe traga a solução ao invés das dificuldades. Em momentos de discussão e lavagem de roupa suja esta pergunta pode ser uma grande saída para trazer a equipe ao foco e entrar em ação novamente.

10. Quais os Prós e Contras?

Equipes dependentes do chefe são aquelas que têm incapacidade de avaliar os prós e contras para tomar uma decisão. Esta pergunta pode ser feita sempre que uma dúvida aparece. Ao invés do líder tomar as decisões pela equipe, é fundamental criar uma equipe interdependente através desta pergunta. Com o tempo os membros da equipe tendem a ser mais pró-ativos.

O Líder Aprendiz das Equipes Rumo ao Topo, utiliza a inteligência e a memória da equipe para lidar com a diversidade. Como a sua equipe lida com a diversidade hoje? Você fornece mais respostas ou faz mais perguntas a sua equipe? A situação da sua equipe hoje é uma oportunidade de você desenvolver o que? Qual o próximo passo?

Por Carlos Cruz

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Crie hábitos saudáveis

Postado por Adriana Ferri em Comprometimento, Comunicação, Resultados | março 10, 2017 | Deixe seu comentário

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Hábitos

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Feliz Dia da Mulher!

Postado por Adriana Ferri em Motivação, Relações Interpessoais, Resultados | março 8, 2017 | Deixe seu comentário

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Dia da Mulher2

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